MOMENTOS WOOK - 20% de desconto em todos os livros

Morro da Pena Ventosa

Rui Couceiro

Pedra e Sombra

Burhan Sönmez

Geração D

Carlos de Matos Gomes

1 min

Nobreza Fundiária e Mercantilizada
favoritos

Com o restabelecimento dos privilégios da nobreza portuguesa depois da Restauração, em 1640, a maior parte da aristocracia dedicou-se à produção vinícola, uma vez que eram extensos os terrenos na sua posse. A suportar este investimento dos latifundiários encontrava-se o Tratado de Methuen (1703), onde se privilegiava o comércio de vinho com Inglaterra. No século XIX inicia-se a distinção entre aristocracia e nobreza, pois tornaram-se vulgares as nobilitações de membros da burguesia com o intuito de criar uma classe dominante homogénea e estável. Até meados do século é frequente encontrar barões como donos de unidades de indústria e de produção agrícola, enquanto que os detentores de outros títulos nobiliárquicos se dedicavam preferencialmente à administração e à política. Contudo, a partir desta altura iniciou-se uma crescente atividade deste setor social ao capitalismo, ao comércio ou à indústria.
Partilhar
  • partilhar whatsapp
Como referenciar
Porto Editora – Nobreza Fundiária e Mercantilizada na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2024-07-13 19:43:54]. Disponível em
Partilhar
  • partilhar whatsapp
Como referenciar
Porto Editora – Nobreza Fundiária e Mercantilizada na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2024-07-13 19:43:54]. Disponível em

Morro da Pena Ventosa

Rui Couceiro

Pedra e Sombra

Burhan Sönmez

Geração D

Carlos de Matos Gomes