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Olá, amigas e amigos,

 

Um dia, há poucos anos, um arquitecto sevilhano visitou a casa de José Saramago em Lanzarote, essa que o escritor baptizou, com simplicidade e sem rodeios, A Casa. Ia o arquitecto olhando para a biblioteca, o escritório, a sala de estar ao fim da tarde, a cozinha de todos os encontros, quando disse uma frase que ficou registada nas consciências daqueles que a ouviram: “poucas vezes se viram paredes que falem tanto”. Então, como se essa frase tivesse sido um mandato, aqueles que a ouviram decidiram que se tinha de escrever o que essas paredes contavam e a obrigação recaiu em quem tinha compartilhado com José Saramago todos os dias de Lanzarote. “Essa responsabilidade paga-se”, acrescentaram, deixando claro que estariam vigilantes para que o trabalho se realizasse. Assim, durante a pandemia, estas páginas foram sendo escritas.

A Intuição da Ilha trata de resumir aquilo que as paredes de A Casa de Lanzarote contam, a vida quotidiana, os projectos, os livros escritos, as viagens realizadas ao longo dos 18 fecundos anos que José Saramago passou na ilha e que, sabemo-lo agora, vinha intuindo já desde outros tempos. São crónicas breves, cartas a leitoras e leitores que querem continuar a saber do seu autor.

O livro tem gente dentro, cúmplices de José Saramago que, de alguma forma, se convertem em narradores da sua vida, do modo de enfrentar o fazer literário, a civilidade e a lucidez. Nestas páginas observa-se o homem maduro que a cada manhã começava o dia como se fosse o primeiro, e ele precisasse de lhe atribuir sentido. É um livro para amigas e amigos dispostos a manter a memória, fruto bendito da existência humana.

Pilar del Río.

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