A Mala dos Marx Brothers

Fixando imagens e instantes do quotidiano, esboçando micronarrativas, onde a "memória dos sítios" deixa transparecer uma melancolia antiga, A Mala dos Marx Brothers (1988) firma como características da poesia de João Camilo o investimento numa discursividade que não recusa a expressão corrente (cf. "Um pontapé no cu" ou "Poeta de café") e onde a ironia está sempre presente enquanto instrumento que permite um distanciamento crítico do sujeito poético: "admiro tanto os que souberam resistir/ à tentação inútil e presunçosa de falar".
Como referenciar: A Mala dos Marx Brothers in Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2020. [consult. 2020-02-24 05:31:36]. Disponível na Internet: