Aeroporto de Roma

O Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci ficado situado em Fiumicino, a 34 quilómetros do centro de Roma, e é a principal estrutura do género em Itália. A nível de voos internacionais é o segundo aeroporto mais movimentado do país.
É, juntamente com o aeroporto de Milão-Malpensa, uma das duas principais bases de operações da companhia aérea nacional italiana Alitalia.
Tem quatro pistas: duas com 3900 metros de extensão, uma com 3600 e outra com 3309. É gerido desde 1974 pela Aeroporti di Roma, empresa que também gere o Aeroporto Internacional Giovan Battista Pastine, igualmente localizado em Roma, mais precisamente em Ciampino. O Aeroporto de Roma-Fiumicino Leonardo da Vinci foi inaugurado a 20 de agosto de 1960, ainda incompleto, para servir de alternativa ao já saturado aeroporto de Ciampino. O novo aeroporto começara a ser planeado em 1947, mas só em 1958 se iniciaram as obras.
De início, apenas serviu para acolher voos «charter», nomeadamente por causa dos Jogos Olímpicos de Roma, que tiveram início cinco dias depois da inauguração do aeroporto.
O primeiro voo comercial teve lugar na noite de 14 para 15 de janeiro de 1961. Tratou-se de um Constellation da companhia aérea norte-americana TWA proveniente de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.
Nos anos seguintes teve seguimento a construção do Aeroporto Leonardo da Vinci, nomeadamente dos hangares requisitados pela Alitalia. Em 1973 foi inaugurada a pista 3, assim como um hangar destinado a acolher os Boeing 747, de grandes dimensões.
Este aeroporto romano tem sido palco de diversos ataques terroristas, o mais grave deles ocorrido a 17 de dezembro de 1973. Nesse dia, um grupo de terroristas palestinianos atacou com bombas de fósforo um avião da companhia norte-americana Pan Am que se preparava para descolar. Morreram 30 passageiros.
A 27 de dezembro de 1985 terroristas líbios mataram 16 pessoas e feriram cerca de cem que estavam no aeroporto.
O Aeroporto Leonardo da Vinci também tem no seu historial um grave acidente, ocorrido a 17 de outubro de 1988. Um aparelho das linhas aéreas do Uganda falhou a pista ao aterrar, provocando a morte de 26 passageiros e dos sete membros da tripulação.
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