aeróstato

Desiganção genérica dada a um invólucro cheio de um gás mais leve que o ar circundante, que tanto pode ser ar quente como hélio ou hidrogénio.
Embora a ideia já existisse durante a Idade Média, foi apenas no final do século XVIII que os irmãos Montgolfier fizeram voar um balão de papel cheio com ar aquecido, não tripulado. A evolução posterior incluiu, num período de apenas um ano, a utilização do hidrogénio como gás de enchimento e a realização da primeira subida de um balão tripulado cativo e do primeiro voo livre tripulado, sobre a cidade de Paris.
Os bons resultados obtidos levaram a que os aeróstatos fossem considerados a solução técnica mais viável para o transporte aéreo, vindo a culminar no desenvolvimento de grandes dirigíveis destinados ao transporte comercial de passageiros e carga. No entanto, esta via foi abandonada após uma série de graves acidentes com dirigíveis que efetuavam voos comerciais, e que levaram à morte de vários passageiros.
Hoje em dia, os balões são utilizados para efetuar estudos meteorológicos e também para atividades de lazer e desporto.
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