A Mais Bela Maldição

Rui Couceiro

As Rosas de Barbacena

Alberto S. Santos

Tudo sobre o Irão

Ricardo Alexandre

Tempo de leitura1 min

Álvaro de Campos
favoritos

É o oposto de Caeiro pelo drama ontológico que exprimiu, pela maior envolvência no Modernismo e por manifestar uma trajetória evolutiva da sua obra poética - cuja edição crítica (Poemas de Álvaro de Campos) foi publicada pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda (Lisboa, 1992), sob a responsabilidade de Cleonice Berardinelli.

Pessoa atribuiu a este célebre heterónimo alguns dados biográficos com interesse: nasceu em Tavira em 1890, formou-se em engenharia naval por Glasgow (não é gratuito o facto de estas cidades serem marítimas), e viveu inativo em Lisboa.

Gravura do heterónimo de Fernando Pessoa patente na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa
Costuma-se ver três fases na evolução da escrita de Campos: a primeira, a decadentista, é a que mais se aproxima da nossa poesia finissecular; a segunda, a modernista, corresponde à experiência de vanguarda iniciada com Orpheu; e a terceira é a negativista, na qual a angústia de existir e ser mais se evidencia e se radicaliza.

É, por isso, o poeta pessoano que mais se multiplicou na busca incessante do Absoluto e da Verdade.

Partilhar
  • partilhar whatsapp
Como referenciar
Álvaro de Campos na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$alvaro-de-campos [visualizado em 2026-06-08 01:09:27].

A Mais Bela Maldição

Rui Couceiro

As Rosas de Barbacena

Alberto S. Santos

Tudo sobre o Irão

Ricardo Alexandre