Ama Ata Aidoo
Escritora ganesa, Christina Ama Ata Aidoo nasceu a 23 de março de 1942, em Abeadzi Kyiakor. Oriunda de uma família de chefes tribais e individualidades políticas - o seu pai era chefe de Abeadzi Kyiakor, bem como o seu avô, morto pelos colonialistas britânicos. Em virtude da sua ascendência, foi criada num ambiente repartido entre as tradições africanas e a educação ocidental.
Durante os seus estudos na Universidade do Gana, que terminou em 1964, Aidoo começou a publicar poesia, tendo também estabelecido os seus primeiros contactos com o teatro. Foi precisamente através de uma peça, estreada em 1965, The Dilemma Of A Ghost, e em que tratava do confronto entre a cultura tradicional africana e os valores e a educação ocidental, que Aidoo se fez notar.
Seguiram-se a coletânea de contos No Sweetness Here (1970), que a autora começou a escrever em meados dos anos 60, e Our Sister Killjoy; Or, Reflections From A Black-eyed Squint, que conseguiu publicar apenas em 1977, não sem ter repartido o seu tempo entre a escrita, as tarefas domésticas e o ensino. Também em 1970 escreveu a sua segunda peça de teatro, Anowa, que foi estreada em 1991 em Inglaterra, e que se baseava numa lenda tradicional africana.
Aidoo seguiu uma carreira docente que a levou a sítios tão diversos como o Quénia e os Estados Unidos da América. Foi professora catedrática de Língua e Literatura Inglesas na Universidade do Gana e membro do Instituto de Estudos Africanos.
Entre 1974 e 1975, Aidoo foi professora e consultora no Programa de Estudos Étnicos da Fundação Phelps-Stokes em Washington, tomou parte de um curso avançado de Escrita de Criação na Universidade de Stanford e frequentou o Seminário Internacional de Harvard.
Em 1983 mudou-se para o Zimbabwe, onde trabalhou para o Ministério da Educação chegando, nesse ano, e até ao seguinte, a ser Ministra da Educação no governo de Jerry Rawlings.
Em 1991, publicou o seu segundo romance, Changes, que chegou a vencer o prémio literário dos escritores da Commonwealth para a região africana. Nele conta a história de uma mulher africana moderna que é violada pelo marido, a quem acaba por pedir o divórcio. Mantendo depois uma relação com um mercador muçulmano, polígamo, desilude-se com este seu segundo casamento e dissolve-se na insatisfação amorosa.
A autora contribuiu também ativamente para o Grupo de Escritoras do Zimbabwe.
Durante os seus estudos na Universidade do Gana, que terminou em 1964, Aidoo começou a publicar poesia, tendo também estabelecido os seus primeiros contactos com o teatro. Foi precisamente através de uma peça, estreada em 1965, The Dilemma Of A Ghost, e em que tratava do confronto entre a cultura tradicional africana e os valores e a educação ocidental, que Aidoo se fez notar.
Seguiram-se a coletânea de contos No Sweetness Here (1970), que a autora começou a escrever em meados dos anos 60, e Our Sister Killjoy; Or, Reflections From A Black-eyed Squint, que conseguiu publicar apenas em 1977, não sem ter repartido o seu tempo entre a escrita, as tarefas domésticas e o ensino. Também em 1970 escreveu a sua segunda peça de teatro, Anowa, que foi estreada em 1991 em Inglaterra, e que se baseava numa lenda tradicional africana.
Aidoo seguiu uma carreira docente que a levou a sítios tão diversos como o Quénia e os Estados Unidos da América. Foi professora catedrática de Língua e Literatura Inglesas na Universidade do Gana e membro do Instituto de Estudos Africanos.
Entre 1974 e 1975, Aidoo foi professora e consultora no Programa de Estudos Étnicos da Fundação Phelps-Stokes em Washington, tomou parte de um curso avançado de Escrita de Criação na Universidade de Stanford e frequentou o Seminário Internacional de Harvard.
Em 1983 mudou-se para o Zimbabwe, onde trabalhou para o Ministério da Educação chegando, nesse ano, e até ao seguinte, a ser Ministra da Educação no governo de Jerry Rawlings.
Em 1991, publicou o seu segundo romance, Changes, que chegou a vencer o prémio literário dos escritores da Commonwealth para a região africana. Nele conta a história de uma mulher africana moderna que é violada pelo marido, a quem acaba por pedir o divórcio. Mantendo depois uma relação com um mercador muçulmano, polígamo, desilude-se com este seu segundo casamento e dissolve-se na insatisfação amorosa.
A autora contribuiu também ativamente para o Grupo de Escritoras do Zimbabwe.
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Como referenciar
Ama Ata Aidoo na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$ama-ata-aidoo [visualizado em 2026-06-11 21:44:11].
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