análise custo-benefício
Aquando da avaliação de uma determinada decisão ou projeto por parte de um agente económico, seja ele um particular, uma empresa ou um Governo, é por vezes utilizada a denominada análise custo-benefício. Esta consiste genericamente na valorização em termos monetários de todos os efeitos previsíveis da decisão ou projeto em causa para o conjunto de períodos levados em conta na análise. Os efeitos a avaliar incluem assim não apenas os de carácter comercial, mas também os não comercializáveis. Ao mesmo tempo, a mesma avaliação deve englobar todos os grupos potencialmente influenciados pela decisão ou projeto em causa, e não apenas a entidade que dela está encarregue.
Assim, este tipo de análise começa por definir, para cada grupo potencialmente afetado, os efeitos previsíveis associados à decisão. Seguidamente, todos os efeitos são valorizados em termos monetários, representando os efeitos positivos os benefícios e os efeitos negativos os custos. Para cada grupo é elaborado o balanço comparativo dos custos e benefícios em cada período e, posteriormente, o balanço global para todos os períodos que corresponde à soma atualizada dos balanços periódicos. Finalmente, é feita a conjugação dos balanços globais de todos os grupos, atingindo-se o balanço para toda a comunidade e para todos os períodos, que, no âmbito desta análise, permitirá a tomada de decisão: se os benefícios totais ultrapassarem os custos, deve avançar-se com a decisão; caso contrário, a decisão não deve ser tomada.
A análise custo-benefício pode ser utilizada em diversas situações, sendo as mais comuns a avaliação por parte de um particular ou de uma empresa da viabilidade de um projeto de investimento privado e a avaliação por parte de uma entidade estatal dos efeitos de um projeto público (construção de estradas, etc.).
A soma simples dos balanços de cada grupo assume um princípio de compensação, ou seja, que é possível eliminar as diferenças entre eles em termos de efeitos através de transferências monetárias, sendo o custo dessas transferências nulo.
A grande dificuldade e limitação da análise custo-benefício está na tradução em termos monetários de todos os efeitos associados a uma decisão, na medida em que muitos deles, particularmente quando estão em causa projetos de carácter público, são de impossível ou muito difícil mensuração. Ao mesmo tempo, há efeitos coletivos que não são divisíveis (nomeadamente os serviços públicos), sendo necessária neste tipo de análise a adoção de pressupostos mais ou menos fortes.
Assim, este tipo de análise começa por definir, para cada grupo potencialmente afetado, os efeitos previsíveis associados à decisão. Seguidamente, todos os efeitos são valorizados em termos monetários, representando os efeitos positivos os benefícios e os efeitos negativos os custos. Para cada grupo é elaborado o balanço comparativo dos custos e benefícios em cada período e, posteriormente, o balanço global para todos os períodos que corresponde à soma atualizada dos balanços periódicos. Finalmente, é feita a conjugação dos balanços globais de todos os grupos, atingindo-se o balanço para toda a comunidade e para todos os períodos, que, no âmbito desta análise, permitirá a tomada de decisão: se os benefícios totais ultrapassarem os custos, deve avançar-se com a decisão; caso contrário, a decisão não deve ser tomada.
A análise custo-benefício pode ser utilizada em diversas situações, sendo as mais comuns a avaliação por parte de um particular ou de uma empresa da viabilidade de um projeto de investimento privado e a avaliação por parte de uma entidade estatal dos efeitos de um projeto público (construção de estradas, etc.).
A soma simples dos balanços de cada grupo assume um princípio de compensação, ou seja, que é possível eliminar as diferenças entre eles em termos de efeitos através de transferências monetárias, sendo o custo dessas transferências nulo.
A grande dificuldade e limitação da análise custo-benefício está na tradução em termos monetários de todos os efeitos associados a uma decisão, na medida em que muitos deles, particularmente quando estão em causa projetos de carácter público, são de impossível ou muito difícil mensuração. Ao mesmo tempo, há efeitos coletivos que não são divisíveis (nomeadamente os serviços públicos), sendo necessária neste tipo de análise a adoção de pressupostos mais ou menos fortes.
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Como referenciar
análise custo-benefício na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$analise-custo-beneficio [visualizado em 2026-06-04 10:33:42].
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