Arquitetura dos Minoicos
Os Minoicos, designação dada aos Cretenses por habitarem a ilha do lendário rei Minos, alcançaram o seu período de apogeu entre 2000 e 1400 a. C. (coincidente com o período intermédio), antes de terem sido destruídos pelos Micénicos, famosos como povo guerreiro, que conquistam Creta, recebendo a influência cultural minoica ainda por largo tempo.
As cidades mais importantes da civilização minoica são Faisto, Mália e Cnossos, cujo palácio (1650 a. C.) nos dá a perceção da dimensão e importância do seu poder durante a época de apogeu, nomeadamente através das realizações artísticas. Uma das suas maiores expressões é a arquitetura, que está de acordo com um bem estruturado urbanismo, de onde transparece a importância das relações sociais e comerciais, dado que eram basicamente um povo de mercadores.
O exemplo mais acabado do seu particular modo de entender a arquitetura e o urbanismo é o Palácio de Cnossos, enquadrado na tendência de construção de grandiosos palácios com dimensões fora do vulgar. Os edifícios palatinos desenvolvem-se invariavelmente de dentro para fora, o que resulta na criação de pátios retangulares (depois servirão de base à elaboração dos agora gregos), e numa quase negligência verificada no tratamento de fachadas. Com a presença de vários pátios e a sua repetição ao longo de grandes áreas, o edifício toma um aspeto labiríntico. A organização dos vários compartimentos faz-se em torno do pátio, ponto essencial de iluminação. Apesar da sensação de labirinto dada pela disposição dos pátios e compartimentos, o palácio é uma estrutura muito bem organizada, com espaços específicos para cada atividade ali desenvolvida. A área residencial revela uma forte divisão entre os espaços próprios para o desempenho de atividades governativas e os espaços privados, para além de ser apetrechada com um grande número de comodidades.
O Palácio de Cnossos ilustra perfeitamente este tipo de arquitetura e constituiu um paradigma. Desenvolve-se em torno de um grande pátio em áreas cerimoniais (santuários), públicas e administrativas a oeste; de armazenamento e de trabalho a este; e habitacionais a sul. As dependências vão-se acrescentando ao plano inicial consoante as necessidades, sem obedecer a uma planta prévia.
Dos elementos estruturais destacam-se as colunas que apresentam fuste liso e a particularidade de serem mais largas na parte superior. O capitel maciço e redondo estará na génese do capitel dórico.
A sumptuosidade de cada palácio minoico deve-se, em grande parte, ao uso muito difundido de pintura mural que cobre profusamente as paredes das diversas salas, com cenas de tauromaquias e de procissões.
As cidades mais importantes da civilização minoica são Faisto, Mália e Cnossos, cujo palácio (1650 a. C.) nos dá a perceção da dimensão e importância do seu poder durante a época de apogeu, nomeadamente através das realizações artísticas. Uma das suas maiores expressões é a arquitetura, que está de acordo com um bem estruturado urbanismo, de onde transparece a importância das relações sociais e comerciais, dado que eram basicamente um povo de mercadores.
O exemplo mais acabado do seu particular modo de entender a arquitetura e o urbanismo é o Palácio de Cnossos, enquadrado na tendência de construção de grandiosos palácios com dimensões fora do vulgar. Os edifícios palatinos desenvolvem-se invariavelmente de dentro para fora, o que resulta na criação de pátios retangulares (depois servirão de base à elaboração dos agora gregos), e numa quase negligência verificada no tratamento de fachadas. Com a presença de vários pátios e a sua repetição ao longo de grandes áreas, o edifício toma um aspeto labiríntico. A organização dos vários compartimentos faz-se em torno do pátio, ponto essencial de iluminação. Apesar da sensação de labirinto dada pela disposição dos pátios e compartimentos, o palácio é uma estrutura muito bem organizada, com espaços específicos para cada atividade ali desenvolvida. A área residencial revela uma forte divisão entre os espaços próprios para o desempenho de atividades governativas e os espaços privados, para além de ser apetrechada com um grande número de comodidades.
O Palácio de Cnossos ilustra perfeitamente este tipo de arquitetura e constituiu um paradigma. Desenvolve-se em torno de um grande pátio em áreas cerimoniais (santuários), públicas e administrativas a oeste; de armazenamento e de trabalho a este; e habitacionais a sul. As dependências vão-se acrescentando ao plano inicial consoante as necessidades, sem obedecer a uma planta prévia.
Dos elementos estruturais destacam-se as colunas que apresentam fuste liso e a particularidade de serem mais largas na parte superior. O capitel maciço e redondo estará na génese do capitel dórico.
A sumptuosidade de cada palácio minoico deve-se, em grande parte, ao uso muito difundido de pintura mural que cobre profusamente as paredes das diversas salas, com cenas de tauromaquias e de procissões.
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Como referenciar
Arquitetura dos Minoicos na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$arquitetura-dos-minoicos [visualizado em 2026-06-26 14:39:05].
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