Ataque terrorista aos EUA (11 de setembro de 2001)

A 11 de setembro de 2001, entre as oito e as dez da manhã, os Estados Unidos da América sofreram o maior ataque terrorista de sempre.

Dois aviões de passageiros foram desviados da sua rota e intencionalmente levados a colidir com as duas torres do World Trade Center em Nova Iorque.

As explosões e subsequentes incêndios provocaram graves danos nos arranha-céus, que acabaram por desabar num curto espaço de tempo. Mais tarde, e em consequência do desabamento das torres, outro edifício ruiu.
Para além destes dois aviões, um terceiro foi também desviado e levado a embater no Pentágono em Washington.
A colisão provocou uma forte explosão e danificou uma parte considerável do edifício.

Foi ainda desviado um quarto e último avião, que no entanto acabou por se despenhar sem atingir o seu objetivo.

Este atentado causou sérios prejuízos financeiros a nível nacional e mundial e, principalmente, a perda de um grande número de vidas humanas, que se estimou ficar próximo dos 6000 mortos.

Os aviões desviados efetuavam voos comerciais na altura em que tudo sucedeu, tendo sido os passageiros e a tripulação dominados pelos terroristas e transformados em vítimas mortais, aquando dos embates.

O governo norte-americano iniciou de imediato a busca dos autores do atentado, bem como dos grupos a que se encontravam ligados.
Com a ajuda internacional, lançou uma campanha antiterrorismo, dando assim início à operação "Justiça Infinita". Este nome de código foi em seguida alterado para “Liberdade Duradoura”, título que a operação manteve até ser dada por concluída, a 31 de Dezembro de 2014.
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