bílis
O fígado é um órgão polivalente, já que, para além de desempenhar funções na filtragem do sangue e em termos de metabolismo orgânico, tem também como missão a secreção da bílis, um importante suco digestivo, libertado ao nível do duodeno.
A secreção da bílis é contínua, decorrendo daí a necessidade de ser armazenada na vesícula biliar até que os processos digestivos conduzam à necessidade da sua presença no duodeno. Para a bílis atingir esta porção inicial do intestino delgado, tem de ser enviada para o ducto hepático que, antes da chegada ao seu destino, reúne-se com o ducto pancreático único, formando o ducto biliar comum. É deste último e através do esfíncter de Oddi que a bílis passa para o duodeno. Do mesmo modo, o suco pancreático também passa pelo ducto biliar comum, depois de ter percorrido o ducto pancreático único, e o esfíncter de Oddi, para chegar ao duodeno. O relaxamento do esfíncter de Oddi e a contração da vesícula biliar são necessários para a chegada da bílis ao duodeno, sendo estes processos desencadeados pela hormona colecistocinina.
Na vesícula biliar, a bílis é concentrada através da absorção de sódio, cloro, eletrólitos diversos e água, enquanto que os outros componentes biliares, como os sais biliares, a bilirrubina, o colesterol e a lecitina não sofrem qualquer alteração.
A secreção biliar é importante para a emulsificação dos lípidos, já que diminui a tensão superficial destas partículas, permitindo a quebra das gotas de lípidos em gotículas mais pequenas, aumentando a superfície de atuação das enzimas, cuja velocidade de atuação é assim aumentada sobre o quimo proveniente do estômago. A bílis é também necessária no transporte de ácidos gordos, monoglicerídeos e colesterol para as vilosidades intestinais, de forma a tornar os produtos de digestão lipídica solúveis para poderem ser absorvidos pelos vasos linfáticos.
A maior parte dos sais biliares secretados na bílis é reabsorvida pelo íleo, sendo novamente utilizada e secretada pelo fígado, desempenhando as suas funções, na digestão e absorção dos lípidos, cerca de vinte vezes, antes de ocorrer a sua perda através das fezes. A esta espécie de reciclagem orgânica da bílis dá-se o nome de circulação entero-hepática.
A secreção total diária de bílis situa-se entre os 600 e os 1000 ml.
A secreção da bílis é contínua, decorrendo daí a necessidade de ser armazenada na vesícula biliar até que os processos digestivos conduzam à necessidade da sua presença no duodeno. Para a bílis atingir esta porção inicial do intestino delgado, tem de ser enviada para o ducto hepático que, antes da chegada ao seu destino, reúne-se com o ducto pancreático único, formando o ducto biliar comum. É deste último e através do esfíncter de Oddi que a bílis passa para o duodeno. Do mesmo modo, o suco pancreático também passa pelo ducto biliar comum, depois de ter percorrido o ducto pancreático único, e o esfíncter de Oddi, para chegar ao duodeno. O relaxamento do esfíncter de Oddi e a contração da vesícula biliar são necessários para a chegada da bílis ao duodeno, sendo estes processos desencadeados pela hormona colecistocinina.
Na vesícula biliar, a bílis é concentrada através da absorção de sódio, cloro, eletrólitos diversos e água, enquanto que os outros componentes biliares, como os sais biliares, a bilirrubina, o colesterol e a lecitina não sofrem qualquer alteração.
A secreção biliar é importante para a emulsificação dos lípidos, já que diminui a tensão superficial destas partículas, permitindo a quebra das gotas de lípidos em gotículas mais pequenas, aumentando a superfície de atuação das enzimas, cuja velocidade de atuação é assim aumentada sobre o quimo proveniente do estômago. A bílis é também necessária no transporte de ácidos gordos, monoglicerídeos e colesterol para as vilosidades intestinais, de forma a tornar os produtos de digestão lipídica solúveis para poderem ser absorvidos pelos vasos linfáticos.
A maior parte dos sais biliares secretados na bílis é reabsorvida pelo íleo, sendo novamente utilizada e secretada pelo fígado, desempenhando as suas funções, na digestão e absorção dos lípidos, cerca de vinte vezes, antes de ocorrer a sua perda através das fezes. A esta espécie de reciclagem orgânica da bílis dá-se o nome de circulação entero-hepática.
A secreção total diária de bílis situa-se entre os 600 e os 1000 ml.
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Como referenciar
bílis na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$bilis [visualizado em 2026-06-08 18:12:34].
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