Brás da Costa

Poeta palaciano cuja produção poética se encontra coligida no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, impresso em Lisboa, em 1516. A sua participação, em português e castelhano, no Cancioneiro é escassa e resume-se a algumas composições amorosas e jocosas. De notar, nas trovas enviadas a Garcia de Resende "Quando veo a / nova da morte do viso- / Rei e do Marichal / na Indea", uma postura antiexpansionista: "Por passar tanta tormenta, / tempo e vida tam forte / e tam perto ser da morte, / antes non quero pimenta."
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