CAT
O CAT ou Teste de Aperceção Infantil foi criado em 1968 por Leopold Bellak, um psiquiatra americano. É utilizado em crianças de ambos os sexos, dos 3 aos 10 anos.
O CAT é um procedente direto do TAT (Teste de Aperceção Temática). É composto por dez pranchas que apresentam cenas de animais em situações humanas, que se justificaram inicialmente pelo importante papel que os animais desempenham nas fobias e nas fantasias infantis. O estímulo animal oferece duas vantagens: a personagem animal permite uma gratificação mais ambígua no que se refere ao sexo e à faixa etária e também porque a criança exterioriza mais os seus sentimentos e impulsos vivenciados como negativos, se as personagens não estiverem muito próximas do seu mundo real.
O CAT deve ser apresentado à criança como um jogo e não como um teste. No caso de crianças mais velhas, já cientes de que se trata de um teste, deve-se esclarecer que não se trata de um teste competitivo, com resultados de aprovação, ou de desaprovação.
Deve ser aplicado individualmente e em regra a duração pode variar, mas não deve ultrapassar a uma hora. Solicita-se à criança que conte uma história sobre cada uma das dez gravuras que lhe são apresentadas.
Na interpretação do CAT, deve-se ter atenção às verbalizações e associações entre as gravuras. A interpretação é em muito semelhante à aplicada no TAT, e tem de se ter em conta tanto o seu conteúdo manifesto como o conteúdo latente.
Para Bellak o CAT é um método projetivo e um método apercetivo, ou seja, um método de investigar a personalidade, estudando a dinâmica significativa das diferenças individuais na perceção de estímulos padronizados.
Tem como indicações a investigação diagnóstica; a identificação do estágio de evolução infantil, onde a criança se encontra; a formulação de indicações terapêuticas e o acompanhamento da evolução do caso, durante o processo terapêutico.
O CAT é um procedente direto do TAT (Teste de Aperceção Temática). É composto por dez pranchas que apresentam cenas de animais em situações humanas, que se justificaram inicialmente pelo importante papel que os animais desempenham nas fobias e nas fantasias infantis. O estímulo animal oferece duas vantagens: a personagem animal permite uma gratificação mais ambígua no que se refere ao sexo e à faixa etária e também porque a criança exterioriza mais os seus sentimentos e impulsos vivenciados como negativos, se as personagens não estiverem muito próximas do seu mundo real.
O CAT deve ser apresentado à criança como um jogo e não como um teste. No caso de crianças mais velhas, já cientes de que se trata de um teste, deve-se esclarecer que não se trata de um teste competitivo, com resultados de aprovação, ou de desaprovação.
Deve ser aplicado individualmente e em regra a duração pode variar, mas não deve ultrapassar a uma hora. Solicita-se à criança que conte uma história sobre cada uma das dez gravuras que lhe são apresentadas.
Na interpretação do CAT, deve-se ter atenção às verbalizações e associações entre as gravuras. A interpretação é em muito semelhante à aplicada no TAT, e tem de se ter em conta tanto o seu conteúdo manifesto como o conteúdo latente.
Para Bellak o CAT é um método projetivo e um método apercetivo, ou seja, um método de investigar a personalidade, estudando a dinâmica significativa das diferenças individuais na perceção de estímulos padronizados.
Tem como indicações a investigação diagnóstica; a identificação do estágio de evolução infantil, onde a criança se encontra; a formulação de indicações terapêuticas e o acompanhamento da evolução do caso, durante o processo terapêutico.
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Como referenciar
CAT na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$cat [visualizado em 2026-06-06 13:29:00].
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