constelação de Oríon

Localizada na região equatorial celeste, a norte da constelação Lebre (Lepus), a constelação de Oríon é facilmente observável no hemisfério sul. No hemisfério norte, encontra-se especialmente visível no inverno.
Para identificar a constelação de Oríon deve-se localizar três estrelas alinhadas, próximas entre si e possuindo o mesmo brilho, conhecidas por Três Marias. Estas estrelas - Mintaka, Alnilan e Alnitaka - formam a Cintura de Oríon em cuja proximidade se pode observar a célebre nebulosa de Oríon, uma região de intensa formação estelar.
A constelação apresenta a forma de um quadrilátero com as Três Marias no centro. O vértice nordeste do quadrilátero é formado pela estrela avermelhada Betelgeuse, que marca o ombro direito de Oríon. O vértice sudoeste do quadrilátero é formado pela estrela azulada Rigel, que marca o pé esquerdo de Oríon. Betelgeuse e Rigel são as estrelas mais brilhantes da constelação.
Segundo a lenda, Oríon era um caçador, daí esta constelação ser conhecida por Caçador. Oríon estava acompanhado de dois cães de caça, representados pelas constelações do Cão Maior e do Cão Menor. A estrela mais brilhante do Cão Maior é Sírius, que é a estrela mais brilhante do céu e facilmente identificável a sudoeste das Três Marias. Procyon é a estrela mais brilhante do Cão Menor e surge a leste das Três Marias. Betelgeuse, Sírius e Procyon formam um grande triângulo.
As constelações vizinhas de Oríon são Gemini, Eridanus, Lepus e Monoceros.
Como referenciar: Porto Editora – constelação de Oríon na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2021-12-09 04:04:06]. Disponível em