Corfu

Ilha da Grécia no már Jónico. É constituida por terrenos montanhosos nos quais se cultiva a vinha, a oliveira e os citrinos.
Corfu é também designada por Kerkyra pelos gregos. A sua história é feita de mudanças relativamente à sua possessão. Foi colonizada, em 734 a. C., pelos coríntios. Devido à sua excelente situação geográfica, entre a Grécia e a Itália, prosperou economicamente o que viria a provocar conflitos com Corinto, a metrópole, em 665 a. C. e 434-432 a. C. Este último conflito esteve na base da guerra do Peloponeso. Em 229 foi invadida pelos Romanos. No início da Idade Média pertencia ao Império Bizantino; a Veneza de 1207 a 1214; ao despotato do Épiro de 1214 a 1259; ao reino de Nápoles (1267 a 1386); e novamente a Veneza (1386). O Império Turco tenta a posse da ilha mas sem resultados. Foi possessão francesa em fins do século XVIII e início do XIX e inglesa entre 1815 a 1864. Depois de 1915 a ilha serviu de base naval aos Aliados. Foi aqui que foi assinada, a 20 de julho de 1917, a declaração para a constituição do Estado Jugoslavo.
Foram descobertos um grande santuário de fins do século VIII a. C. e um enorme templo dórico, dos finais do século VII a. C. Este templo - Templo de Ártemis - é a maior estrutura pseudoperíptera dórica de 8 X 17 colunas. Destaca-se também o seu magnífico frontão. Assinala-se a presença de uma fortaleza, herança da presença veneziana na ilha, construída quando os Turcos a assediaram pela primeira vez em 1537.
La Spianata é a única praça de Corfu que se encontra ornamentada com jardins e é aqui que se encontram os estabelecimentos comerciais. Destacam-se as igrejas de Santa Maria Anunciata e de Santo Espirídion.
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