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Diane Arbus
Fotógrafa americana, Diane Nemerov Arbus nasceu em 1923, em Nova Iorque, no meio da alta burguesia iorquina. Em 1935, estudou desenho com um discípulo de George Grosz.
No princípio dos anos 40 abriu, juntamente com o seu marido Allan Arbus, um estúdio de fotografia comercial. Trabalhavam sobretudo para revistas de moda. Desejosa de possuir um trabalho pessoal resolveu estudar fotografia com A. Brodovitch em 1954 e três anos mais tarde com Lisette Model. Partilhou com esta última a fascinação por mitologias quotidianas. O seu trabalho vai de encontro a uma visão humanista e universalista veiculada pela célebre exposição fotográfica Family of Man no Museum of Modern Art de Nova Iorque.
Durante os anos 60 ganhou duas bolsas pela Fundação Guggenheim a primeira em 1963 para realizar a sua obra The american experience e a segunda em 1966 que lhe permitiu realizar dois trabalhos; American Rites e Manners and customs.
Em 1967, a sua obra tornou-se representativa do espírito dos anos 60 e foi apresentada numa exposição conjunta com Lee Friedlander no Museum of Modern Art de Nova Iorque denominada New Documents.
As suas últimas imagens de deficientes mentais, que embora expressivas são-nos mostradas com a sua neutralidade habitual, sintetizam a sua peculiar visão traumática da condição humana.
Diane Arbus suicidou-se em 1971, um ano antes das suas imagens serem expostas na bienal de arte contemporânea de Veneza.
Em 2008, as filhas de Diane Arbus ofereceram o espólio da mãe ao Museu Metropolitano de Nova Iorque, dele constam diversos materiais, desde o arquivo fotográfico a livros e material fotográfico.
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