difteria
A difteria, também conhecida por crupe ou garrotilho, é uma doença infeciosa aguda, altamente contagiosa, provocada por uma toxina - toxina diftérica - secretada pelo bacilo Gram positivo Corynebacterium diphteriae.
O bacilo aloja-se ao nível da zonas superiores do aparelho respiratório, nomeadamente, nas amígdalas, laringe, faringe e fossas nasais, podendo também fixar-se em outros tecidos mucosos e até na pele.
Após um período de incubação de um a seis dias, a infeção caracteriza-se pelo surgimento de placas pseudomembranosas, sobretudo na zona do palato mole e da úvula, acompanhadas de febre baixa, abatimento, dores de garganta moderadas e palidez. Como principal complicação da infeção, caso não seja tratada, pode surgir um inchaço na zona do pescoço, devido a inflamação ganglionar e das cadeias cervicais, da qual pode resultar a morte por asfixia.
A transmissão é normalmente feita por contacto direto com as secreções orais e nasais dos sujeitos infetados, podendo, de um modo menos frequente, acontecer de modo indireto, através de objetos contaminados. Além da sua elevada transmissibilidade, a existência de portadores assintomáticos e o facto de os ex-infetados continuarem a eliminar o bacilo durante um período que varia de duas semanas a seis meses, contribuem para a fácil dispersão desta infeção.
À semelhança de outras patologias respiratórias, a sua incidência é maior nos meses de inverno, devido à ocorrência de maiores aglomerados humanos em locais fechados, sendo as crianças jovens (até 6 anos) o grupo mais suscetível.
O tratamento assenta, sobretudo, na prevenção através da vacinação, incluída na vacina tríplice (obrigatória a nível mundial para as crianças acima dos 2 meses). Os sujeitos afetados devem ser isolados e receber soro antidiftérico, de forma a neutralizar a toxina, devendo também ser analisados os sujeitos com quem estiveram em contacto direto.
A imunidade pode também ser adquirida por via placentária, através da aquisição de anticorpos maternos, ou resultar de infeções atípicas e assintomáticas, que, consoante a intensidade da infeção, assim conferem um nível proporcional de imunidade. De referir que a doença não confere imunidade permanente.
A patologia encontra-se praticamente erradicada, devido a campanhas maciças de vacinação, permanecendo apenas em países subdesenvolvidos, em locais onde a vacinação não seja prática corrente. Até ao século XIX era uma doença com um índice de mortalidade muito elevado, acima dos 60%, dada a inexistência de vacinação e de soro antidiftérico.
A vacina foi descoberta em 1890 por dois cientistas, o alemão Emil Behring (1854-1917) e o japonês Shibasaburo Kitasato (1856-1931).
O bacilo aloja-se ao nível da zonas superiores do aparelho respiratório, nomeadamente, nas amígdalas, laringe, faringe e fossas nasais, podendo também fixar-se em outros tecidos mucosos e até na pele.
Após um período de incubação de um a seis dias, a infeção caracteriza-se pelo surgimento de placas pseudomembranosas, sobretudo na zona do palato mole e da úvula, acompanhadas de febre baixa, abatimento, dores de garganta moderadas e palidez. Como principal complicação da infeção, caso não seja tratada, pode surgir um inchaço na zona do pescoço, devido a inflamação ganglionar e das cadeias cervicais, da qual pode resultar a morte por asfixia.
A transmissão é normalmente feita por contacto direto com as secreções orais e nasais dos sujeitos infetados, podendo, de um modo menos frequente, acontecer de modo indireto, através de objetos contaminados. Além da sua elevada transmissibilidade, a existência de portadores assintomáticos e o facto de os ex-infetados continuarem a eliminar o bacilo durante um período que varia de duas semanas a seis meses, contribuem para a fácil dispersão desta infeção.
À semelhança de outras patologias respiratórias, a sua incidência é maior nos meses de inverno, devido à ocorrência de maiores aglomerados humanos em locais fechados, sendo as crianças jovens (até 6 anos) o grupo mais suscetível.
O tratamento assenta, sobretudo, na prevenção através da vacinação, incluída na vacina tríplice (obrigatória a nível mundial para as crianças acima dos 2 meses). Os sujeitos afetados devem ser isolados e receber soro antidiftérico, de forma a neutralizar a toxina, devendo também ser analisados os sujeitos com quem estiveram em contacto direto.
A imunidade pode também ser adquirida por via placentária, através da aquisição de anticorpos maternos, ou resultar de infeções atípicas e assintomáticas, que, consoante a intensidade da infeção, assim conferem um nível proporcional de imunidade. De referir que a doença não confere imunidade permanente.
A patologia encontra-se praticamente erradicada, devido a campanhas maciças de vacinação, permanecendo apenas em países subdesenvolvidos, em locais onde a vacinação não seja prática corrente. Até ao século XIX era uma doença com um índice de mortalidade muito elevado, acima dos 60%, dada a inexistência de vacinação e de soro antidiftérico.
A vacina foi descoberta em 1890 por dois cientistas, o alemão Emil Behring (1854-1917) e o japonês Shibasaburo Kitasato (1856-1931).
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Como referenciar
difteria na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$difteria [visualizado em 2026-06-28 05:45:04].
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