dormência (botânica)
A dormência consiste num estado de inibição temporária do crescimento das plantas ou partes das plantas (por exemplo: gomos e sementes), que é retomado na presença de determinados estímulos ambientais.
O estado de dormência constitui uma adaptação importante para a sobrevivência das plantas, impedindo o seu crescimento (por exemplo: floração e germinação de sementes) em condições indesejáveis, embora possam ser aparentemente favoráveis.
O estado de dormência implica alterações estruturais e fisiológicas nas plantas. Por exemplo as células produzem açúcares e aminoácidos que funcionam como anti-congelantes, isto é, fazem baixar o ponto de congelação dos conteúdos celulares. Estas alterações, assim como a desidratação, evitam ou minimizam os efeitos das baixas temperaturas.
O conjunto de alterações nas plantas que conduz à interrupção do seu crescimento, preparando-as para novas condições ambientais, como as do inverno, é denominado aclimatação. Em consequência da aclimatação, as plantas podem sobreviver ao frio. Esta capacidade determina a distribuição das espécies. O seu tipo de aclimatação pode impedi-las de se desenvolverem nas regiões tropicais ou regiões temperadas quentes.
A indução da dormência dos botões está diretamente associada à diminuição do fotoperíodo.
A quebra de dormência é desencadeada por fatores ambientais, geralmente bem definidos, como a exposição ao frio, humidade e fotoperíodo adequados. Por exemplo, a macieira necessita de passar por um período de inverno, em que as temperaturas sejam inferiores a 10 ºC, para que floresça corretamente, daí não ser uma planta cultivada em zonas de clima quente. A pluviosidade interrompe a dormência em muitas plantas do deserto, enquanto que plantas como a batateira necessitam de um período seco antes de reiniciar o desenvolvimento.
O estado de dormência constitui uma adaptação importante para a sobrevivência das plantas, impedindo o seu crescimento (por exemplo: floração e germinação de sementes) em condições indesejáveis, embora possam ser aparentemente favoráveis.
O estado de dormência implica alterações estruturais e fisiológicas nas plantas. Por exemplo as células produzem açúcares e aminoácidos que funcionam como anti-congelantes, isto é, fazem baixar o ponto de congelação dos conteúdos celulares. Estas alterações, assim como a desidratação, evitam ou minimizam os efeitos das baixas temperaturas.
O conjunto de alterações nas plantas que conduz à interrupção do seu crescimento, preparando-as para novas condições ambientais, como as do inverno, é denominado aclimatação. Em consequência da aclimatação, as plantas podem sobreviver ao frio. Esta capacidade determina a distribuição das espécies. O seu tipo de aclimatação pode impedi-las de se desenvolverem nas regiões tropicais ou regiões temperadas quentes.
A indução da dormência dos botões está diretamente associada à diminuição do fotoperíodo.
A quebra de dormência é desencadeada por fatores ambientais, geralmente bem definidos, como a exposição ao frio, humidade e fotoperíodo adequados. Por exemplo, a macieira necessita de passar por um período de inverno, em que as temperaturas sejam inferiores a 10 ºC, para que floresça corretamente, daí não ser uma planta cultivada em zonas de clima quente. A pluviosidade interrompe a dormência em muitas plantas do deserto, enquanto que plantas como a batateira necessitam de um período seco antes de reiniciar o desenvolvimento.
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Como referenciar
dormência (botânica) na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$dormencia-(botanica) [visualizado em 2026-06-15 07:50:27].
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