Dwight David Eisenhower

Político norte-americano nascido a 14 de outubro de 1890, em Denison, no Texas, e falecido a 28 de março de 1969, em Washington D. C. Entre 1935 e 1940 esteve nas Filipinas, servindo no Estado Maior do Exército dos Estados Unidos da América. A partir do mês de junho de 1942 comandou as operações de desembarque na Sicília e no Norte de África e em dezembro do seguinte ano tornou-se comandante supremo das forças expedicionárias Aliadas na Segunda Guerra Mundial, dirigindo o desembarque na Normandia naquele que ficou conhecido como o "Dia D". Chefiaria até setembro de 1945 o exército que ocupou a Alemanha. Desta data até 1948 seria chefe do Estado Maior do Exército, tendo dirigido o quartel general das forças conjuntas da NATO entre dezembro de 1950 e março de 1952. Desempenhou as funções de diretor da Universidade de Columbia de 1948 a 1952. Eleito presidente dos Estados Unidos da América em 1952 (pelo que teve de desistir da direção da NATO) e reeleito em 1956, foi o trigésimo quarto a exercer o cargo, sucedendo a Harry Truman. O seu mandato, de tendência republicana e com Richard Nixon na vice-presidência, direcionou-se no sentido de melhorar as relações com o Leste da Europa, tendo sido um dos atos mais significativos neste âmbito a visita que Nikita Krutchev efetuou aos Estados Unidos. Contudo, a incursão de caças americanos na URSS, em 1960, quebrou os laços que entretanto se tinham forjado. Uma outra medida decorrente da chamada "doutrina Eisenhower" era a ajuda monetária a prestar a nações do Próximo Oriente com o intuito de travar a hostilidade da URSS. Em 1961 este presidente terminou com as relações políticas entre os EUA e Cuba, tendo até 1967 publicado livros como Waging Peace, Mandate to Change e At ease: Stories I Tell to Friends.
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