endecha pastoril

Texto poético, frequente no Classicismo português, com um carácter um pouco melancólico e que faz uma representação idealizada da vida dos pastores. As suas estrofes são quadras e a métrica é de cinco e seis sílabas. A rima é consoante nos séculos XVI e XVIII e toante ou consoante no século XVII, e admite os seguintes esquemas rimáticos: ABCB (o mais vulgar); ABAB e ABBA (raro, mas usado por Correia Garção).
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