equisetíneas

As equisetíneas (Equisetales) constituem um grupo de plantas pteridófitas, em que o género Equisetum, da família das Equisetáceas, é o único género vivo, estando distribuído por cerca de 15 espécies.
O caule aéreo das equisetíneas é nodado, com os ramos inseridos em verticilos em cada nó, a diferentes alturas, tomando o aspeto de cauda de cavalo. As raízes desenvolvem-se no rizoma.
As folhas são muito pequenas (microfilos), verticiladas e unidas na base. As células da epiderme Apresentam depósitos de sílica.
As equissetíneas produzem ramos produtores com esporófilos associados em estróbilos, onde são produzidos os esporos. Do desenvolvimento dos esporos originam-se protalos verdes, pouco desenvolvidos que apresentam a geração gametófita. Esta, por reprodução sexuada, origina a planta folhada e o ciclo recomeça. Os anterozoides são multiflagelados.
As espécies do género Equisetum são vulgarmente conhecidas por cavalinhas ou "caudas-de-cavalo", pela sua ramificação verticilada, e por "junco-de-esfregar", devido ao facto de terem sido utilizadas como uma espécie de abrasivo, em virtude do alto conteúdo em sílica das suas células, que corresponde a cerca de 97% do seu peso seco.
Os géneros Sphenophyllum e Calamites (calamites) são os mais importantes géneros fósseis das equisitíneas do período Devónico e Carbónico.
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