escória

Os magmas basálticos e andesíticos que consolidam à superfície originam aspetos distintos em função da maneira como arrefecem. Os gases, muitas vezes, contidos na lava migram normalmente para a superfície e escapam-se, deixando, na lava consolidada, vesículas, que, em geral, atingem o tamanho de um grão de ervilha. Estas vesículas são preservadas nos basaltos quando a lava consolida. Os basaltos ricos em vesículas denominam-se escória. A designação costuma reservar-se para os fragmentos relativamente densos que não flutuam na água. Os fragmentos que flutuam na água são designados por pedra-pomes. Dependendo do tipo de atividade vulcânica, podem formar-se cones de escórias que constituem a quase totalidade do aparelho vulcânico.
Também se dá o nome de escória aos sulfuretos fundidos resultantes da produção de um metal. Esta escória pode ser soprada para dar fios, designados por lã de escória. A escória, subproduto resultante do fabrico do aço por um processo básico, é uma mistura de fosfato, silicato, óxido de cálcio e óxido de ferro. Devido à sua riqueza em fósforo, é utilizada como fertilizante.
Como referenciar: Porto Editora – escória na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2021-12-01 13:39:09]. Disponível em