Forte de Santiago
Erguendo-se sobre as estruturas da primitiva fortaleza manuelina - denominada de Forte da Marinha - e aproveitando partes desta, o Forte de Santiago de Sesimbra começou a ser construído na década de quarenta do século XVII, durante o reinado de D. João IV e em plena Guerra da Restauração. O construtor deste empreendimento militar foi o padre jesuíta e engenheiro-coronel Cosmander, militar-religioso de origem flamenga.
Fundamental na defesa da costa portuguesa da península de Setúbal, Santiago de Sesimbra viu ser instalado em 1712 o governo militar nesta região marítima. Desmilitarizado em 1832, o forte esteve afeto ao serviço alfandegário, sendo posteriormente cedido em 1886 à Guarda Fiscal. Atualmente, parte das instalações da fortaleza foram aproveitadas para uma colónia balnear de crianças, situação que já tinha sucedido no século XVIII, durante o reinado de D. João V, quando alguns dos seus legitimados "Meninos da Palhavã" iam a banhos na praia de Sesimbra.
No lado norte que se estende para a vila, a cortina de muralhas é rasgada pelo portal nobre, sobre a qual está o brasão de armas reais seiscentista reais e a data de 1648, alusiva à conclusão das obras da fortaleza. Do interior, entre duas torres defensivas, pode observar-se o perfil do edifício do governador militar e da capela anexa. Ao longo deste espaço dispõem-se diversos pátios ligados por rampas e escadarias de acesso, onde se erguem as instalações militares, os paióis de armas e munições, as cisternas e os calabouços.
Poderoso e bem concebido ao longo do areal, o Forte de Santiago apresenta, no lado sul, cortinas defensivas sólidas, angulosas e abaluartadas, sobre as quais corre protetor parapeito e uma espaçosa esplanada de circulação de homens e de peças de artilharia. Os ângulos são delimitados por guaritas circulares.
Fundamental na defesa da costa portuguesa da península de Setúbal, Santiago de Sesimbra viu ser instalado em 1712 o governo militar nesta região marítima. Desmilitarizado em 1832, o forte esteve afeto ao serviço alfandegário, sendo posteriormente cedido em 1886 à Guarda Fiscal. Atualmente, parte das instalações da fortaleza foram aproveitadas para uma colónia balnear de crianças, situação que já tinha sucedido no século XVIII, durante o reinado de D. João V, quando alguns dos seus legitimados "Meninos da Palhavã" iam a banhos na praia de Sesimbra.
No lado norte que se estende para a vila, a cortina de muralhas é rasgada pelo portal nobre, sobre a qual está o brasão de armas reais seiscentista reais e a data de 1648, alusiva à conclusão das obras da fortaleza. Do interior, entre duas torres defensivas, pode observar-se o perfil do edifício do governador militar e da capela anexa. Ao longo deste espaço dispõem-se diversos pátios ligados por rampas e escadarias de acesso, onde se erguem as instalações militares, os paióis de armas e munições, as cisternas e os calabouços.
Poderoso e bem concebido ao longo do areal, o Forte de Santiago apresenta, no lado sul, cortinas defensivas sólidas, angulosas e abaluartadas, sobre as quais corre protetor parapeito e uma espaçosa esplanada de circulação de homens e de peças de artilharia. Os ângulos são delimitados por guaritas circulares.
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Como referenciar
Forte de Santiago na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$forte-de-santiago [visualizado em 2026-06-14 01:26:02].
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