Gabriel Batistuta
Futebolista argentino, Gabriele Omar Batistuta nasceu a 1 de fevereiro de 1969, em Reconquista.
Batistuta apareceu já muito tarde no futebol, pois só aos 17 anos deixou o basquetebol para se dedicar à modalidade onde fez carreira como goleador.
Em 1988, ao serviço do clube argentino Newell's Old Boys, fez a sua primeira época como profissional, tendo ganho nesse ano a Copa Libertadores da América, a competição mais importante da América do Sul a nível de clubes.
No ano seguinte, mudou-se para o River Plate de Buenos Aires, uma das maiores equipas da Argentina, onde conquistou pela primeira vez o campeonato do seu país. Mas, também aqui esteve pouco tempo já que logo no ano seguinte (1990/1991) se transferiu para o clube rival da cidade, o Boca Juniors, onde se sagrou campeão e melhor marcador do campeonato. Foi então que se afirmou definitivamente como goleador, o que em 1991 lhe valeu a primeira convocatória para representar a seleção argentina num jogo contra o Brasil. Nesse mesmo ano, venceu com a Argentina a Copa América, a mais importante competição sul-americana a nível de seleções. Batistuta foi o melhor marcador do torneio ao marcar seis golos, um deles na final contra o Brasil.
O valor de Batistuta começou a ser reconhecido internacionalmente e, nesse mesmo ano, foi jogar para o importante campeonato italiano, onde passou a alinhar pelo Fiorentina, clube de Florença que alinhava na I Divisão.
Depois de algumas dificuldades iniciais, Batistuta impôs-se definitivamente na equipa na temporada 1992/1993, tendo marcado 13 golos em 27 jogos. Contudo, o Fiorentina desceu de divisão, mas Batistuta manteve-se fiel à equipa e esperou um ano para voltar a jogar na I Divisão. Regressou ao mais importante campeonato italiano em 1994/1995 e logo nessa temporada foi o melhor marcador com 26 golos. Entretanto, em 1993, a nível de seleções tinha voltado a conquistar a Copa América depois de na final a Argentina ter ganho ao México. Batistuta marcou dois golos nesse jogo. O avançado também esteve presente no Campeonato do Mundo que em 1994 teve lugar nos Estados Unidos da América, onde foi o melhor marcador da Argentina com quatro golos. Em 1998 foi o goleador da seleção argentina no Mundial de França ao apontar cinco golos.
Apesar de já ser considerado um dos melhores avançados do mundo e de ter muitas propostas de clubes conceituados, Batistuta optou por permanecer diversas épocas no Fiorentina, clube mediano a nível da liga italiana. Nesta formação apenas ganhou uma Taça de Itália em 1996. A seu lado na equipa esteve o internacional português Rui Costa. Essa fidelidade valeu-lhe uma estátua oferecida pelos adeptos da equipa.
Apenas na temporada 2000/2001 Batistuta mudou de clube, passando a representar o importante Roma, protagonizando a até então segunda mais cara transferência de sempre do futebol mundial. Logo nessa época, o Roma foi campeão de Itália, algo que já não acontecia desde 1983. Batistuta contribuiu com vinte golos.
Em 2003, e após uma época apagada na Roma, Batistuta rumou ao futebol do Qatar, que nos últimos anos tem oferecido excelentes condições a futebolistas em fim de carreira.
Batistuta apareceu já muito tarde no futebol, pois só aos 17 anos deixou o basquetebol para se dedicar à modalidade onde fez carreira como goleador.
Em 1988, ao serviço do clube argentino Newell's Old Boys, fez a sua primeira época como profissional, tendo ganho nesse ano a Copa Libertadores da América, a competição mais importante da América do Sul a nível de clubes.
No ano seguinte, mudou-se para o River Plate de Buenos Aires, uma das maiores equipas da Argentina, onde conquistou pela primeira vez o campeonato do seu país. Mas, também aqui esteve pouco tempo já que logo no ano seguinte (1990/1991) se transferiu para o clube rival da cidade, o Boca Juniors, onde se sagrou campeão e melhor marcador do campeonato. Foi então que se afirmou definitivamente como goleador, o que em 1991 lhe valeu a primeira convocatória para representar a seleção argentina num jogo contra o Brasil. Nesse mesmo ano, venceu com a Argentina a Copa América, a mais importante competição sul-americana a nível de seleções. Batistuta foi o melhor marcador do torneio ao marcar seis golos, um deles na final contra o Brasil.
O valor de Batistuta começou a ser reconhecido internacionalmente e, nesse mesmo ano, foi jogar para o importante campeonato italiano, onde passou a alinhar pelo Fiorentina, clube de Florença que alinhava na I Divisão.
Depois de algumas dificuldades iniciais, Batistuta impôs-se definitivamente na equipa na temporada 1992/1993, tendo marcado 13 golos em 27 jogos. Contudo, o Fiorentina desceu de divisão, mas Batistuta manteve-se fiel à equipa e esperou um ano para voltar a jogar na I Divisão. Regressou ao mais importante campeonato italiano em 1994/1995 e logo nessa temporada foi o melhor marcador com 26 golos. Entretanto, em 1993, a nível de seleções tinha voltado a conquistar a Copa América depois de na final a Argentina ter ganho ao México. Batistuta marcou dois golos nesse jogo. O avançado também esteve presente no Campeonato do Mundo que em 1994 teve lugar nos Estados Unidos da América, onde foi o melhor marcador da Argentina com quatro golos. Em 1998 foi o goleador da seleção argentina no Mundial de França ao apontar cinco golos.
Apesar de já ser considerado um dos melhores avançados do mundo e de ter muitas propostas de clubes conceituados, Batistuta optou por permanecer diversas épocas no Fiorentina, clube mediano a nível da liga italiana. Nesta formação apenas ganhou uma Taça de Itália em 1996. A seu lado na equipa esteve o internacional português Rui Costa. Essa fidelidade valeu-lhe uma estátua oferecida pelos adeptos da equipa.
Apenas na temporada 2000/2001 Batistuta mudou de clube, passando a representar o importante Roma, protagonizando a até então segunda mais cara transferência de sempre do futebol mundial. Logo nessa época, o Roma foi campeão de Itália, algo que já não acontecia desde 1983. Batistuta contribuiu com vinte golos.
Em 2003, e após uma época apagada na Roma, Batistuta rumou ao futebol do Qatar, que nos últimos anos tem oferecido excelentes condições a futebolistas em fim de carreira.
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Como referenciar
Gabriel Batistuta na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$gabriel-batistuta [visualizado em 2026-06-13 14:35:46].
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