Henri Bergson

Filósofo francês nascido a 18 de outubro de 1859, em Paris, e falecido a 3 de janeiro de 1941, na mesma cidade. Entre 1877 e 1881 estudou na École Normale Supérieure e tirou o doutoramento em 1989, tornando-se professor no Collège de France. A sua tese de doutoramento foi escrita em latim e intitulava-se Quid Aristoteles de loco senserit. No mesmo ano, publicou a sua primeira obra: Essai sur les Données Immédiates de Conscience. Após a publicação da sua segunda obra, Matière et Mémoire, e de Le Rire: Essai sur la Significance du Comique, ambas em 1900, obteve a categoria de professor catedrático no estabelecimento onde já lecionava. Em 1914 torna-se membro da Academia Francesa e em 1927 foi galardoado com o prémio Nobel da Literatura.
Foi o primeiro a elaborar aquilo que viria a ser chamado o "processo filosófico", que rejeita os valores estáticos em favor dos valores do movimento, da mudança e evolução. Acreditou que o tempo muda e que o desenvolvimento era a essência da realidade. Foi um mestre do estilo literário, pela forma como utilizava a metáfora, a imagem e a analogia nas suas exposições sobre a vida.
Foi autores de outras obras importantes, como Introdution à la Métaphysique (1903), L'Evolution Créatrice (1907), L'Énergie Spirituelle (1919), Durée et Simultanéité à Propôs de la Théorie D'Einstein (1921), entre outras.
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