hibridez
Com a sua origem na palavra latina hibrida que definia o produto do cruzamento entre um javali e uma porca, o termo hibridez passou, a partir do século XIX, a estar associado à mistura de raças, primeiro entre os animais - mestiços - e as plantas - híbridas, e mais tarde relativamente aos seres humanos. A degeneração era vista como o resultado da mistura de raças, os mestiços, que ocupavam posições sociais diversas e tinham distinto valor enquanto seres humanos. Nas sociedades ocidentais e ocidentalizadas, o medo da mestiçagem como o fim de uma dominação étnica levou à defesa da pureza das "raças", sobretudo da branca. Os estudiosos Rowe e Schelling foram mais além ao alargarem o conceito de hibridização para além da questão social, defendendo o conceito para hibridez como uma combinação de formas e das respetivas práticas, em que algumas práticas são substituíveis por outras. Na linguagem, a hibridez é tida como a capacidade de uma palavra poder conter conceitos e significados mistos.
O conceito de hibridez foi também associado à forma cultural cultivada por indivíduos que se encontram numa situação de diáspora, quer em termos pessoais, porque saíram do seu local de origem, quer em termos étnicos, porque, embora nascidos no local onde habitam, a sua herança cultural é originária de um país distinto. A hibridez é a manutenção de uma cultura de contactos através de língua, tradições, artes, etc., com a terra dos antepassados, apesar de não haver uma vontade de regresso às origens nem de manter uma consciência de pureza étnica ou de uma radical proximidade com a cultura do país ausente, mas resistindo sempre à assimilação completa pela cultura da sociedade onde vivem. A hibridez torna-se assim numa forma de resistência ao poder de uma cultura numericamente superior que define as minorias étnicas de uma forma discriminatória de forma a consolidar a "pureza" e a "autenticidade" da sua autoridade. A hibridez é uma das reações ao colonialismo e à sua definição de mundo em que engloba os outros automaticamente como excluídos. Estes, por sua vez, ao se hibridizarem retiram-se à sua esfera de influência cultural voltando-se para as suas raízes.
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pulgaAs pulgas comuns são insetos ápteros da ordem dos sifonápteros, da família dos Pulicídeos e do géner
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pupaNas metamorfoses completas, como as dos anfíbios, equinodermes, anelídeos, moluscos, a maioria dos c
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rãDesignação de animais do filo ou tipo dos cordados, da classe dos anfíbios, da ordem dos anuros e da
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QuelídeosFamília de tartarugas de água doce, da ordem dos quelónios, constituída por trintas e uma espécies.
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QuionídeosFamília de aves, da ordem das caradriiformes, constituída por duas espécies. São as únicas aves não
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QueloniídeosFamília de tartarugas marinhas, da ordem dos quelónios, constituída por cinco espécies. Vive nas águ
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quelíceraCada um dos apêndices articulados do par característico dos artrópodes do subfilo quelicerados. As q
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quelóniosOrdem de animais da classe dos répteis constituída por cerca de 250 espécies. Pertencem a esta ordem
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QuimerídeosFamília de animais aquáticos do filo dos cordados, da classe dos peixes condríctios, da ordem dos qu
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quetzalDesignação de aves da família dos Trogonídeos. Aves como o quetzal (Pharomachrus antisianus) são con