Igreja de S. Jorge de Velas
Na povoação de Velas da açoriana ilha de S. Jorge ergue-se uma singela igreja, igualmente consagrada a S. Jorge. Este templo foi construído de acordo com uma disposição testamentária deixada pelo Infante D. Henrique.
No ano de 1460 encontrava-se já concluída. No entanto, a igreja viria a sofrer variadas intervenções e reformas posteriores, o que lhe obliteraram a sua configuração original.
A frontaria é de modestas proporções e interesse artístico. Estabelece-se um contraste entre as cantarias pintadas de azul - no caso da torre sineira mantém o basalto negro original - e as paredes caiadas de branco. Um portal de arco de volta perfeita, enquadrado por ombreiras e arquitrave de linhas direitas, estabelece a entrada da igreja. Duas fenestrações laterais e um janelão de arco redondo rasgam a parede da fachada. A cimalha desenha uma linha reta interrompida por semi-circulo, sendo rematada por empena triangular, marcada por dois pináculos angulares e encimada por cruz latina.
Fechando o lado esquerdo da fachada ergue-se a torre sineira obra do século XVIII, delimitada pela cantaria de negro basalto, com a cimalha ressaltada marcada por pináculos e circundada por balaustrada. Apresenta uma cobertura feita por cúpula branca bolbosa e facetada.
O interior do templo é repartido em três naves e capela-mor. Nas naves são visíveis dois púlpitos com escadaria de pedra, para além de uma capela lateral coberta por uma abóbada de berço em pedra com caixotões, tendo no centro a figuração do Santíssimo Sacramento. Expõe-se na igreja uma bonita pintura barroca da Virgem com o Menino, obra atribuída a Pedro Alexandrino. No coro alto da igreja está um órgão barroco, executado por um artista local denominado Tomé Gregório de Lacerda. O elegante retábulo da capela-mor é uma obra maneirista do século XVI que foi oferecida pelo rei D. Sebastião.
Num espaço anexo à igreja foi organizado um Museu de Arte Sacra, onde se expõem algumas das preciosidades deste templo. Assim, podem admirar-se diversas peças de ourivesaria em prata e prata dourada dos séculos XVI a XVIII, bem como algumas esculturas de santos e ainda obras de arte indo-portuguesas.
No ano de 1460 encontrava-se já concluída. No entanto, a igreja viria a sofrer variadas intervenções e reformas posteriores, o que lhe obliteraram a sua configuração original.
A frontaria é de modestas proporções e interesse artístico. Estabelece-se um contraste entre as cantarias pintadas de azul - no caso da torre sineira mantém o basalto negro original - e as paredes caiadas de branco. Um portal de arco de volta perfeita, enquadrado por ombreiras e arquitrave de linhas direitas, estabelece a entrada da igreja. Duas fenestrações laterais e um janelão de arco redondo rasgam a parede da fachada. A cimalha desenha uma linha reta interrompida por semi-circulo, sendo rematada por empena triangular, marcada por dois pináculos angulares e encimada por cruz latina.
O interior do templo é repartido em três naves e capela-mor. Nas naves são visíveis dois púlpitos com escadaria de pedra, para além de uma capela lateral coberta por uma abóbada de berço em pedra com caixotões, tendo no centro a figuração do Santíssimo Sacramento. Expõe-se na igreja uma bonita pintura barroca da Virgem com o Menino, obra atribuída a Pedro Alexandrino. No coro alto da igreja está um órgão barroco, executado por um artista local denominado Tomé Gregório de Lacerda. O elegante retábulo da capela-mor é uma obra maneirista do século XVI que foi oferecida pelo rei D. Sebastião.
Num espaço anexo à igreja foi organizado um Museu de Arte Sacra, onde se expõem algumas das preciosidades deste templo. Assim, podem admirar-se diversas peças de ourivesaria em prata e prata dourada dos séculos XVI a XVIII, bem como algumas esculturas de santos e ainda obras de arte indo-portuguesas.
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Como referenciar
Igreja de S. Jorge de Velas na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$igreja-de-s.-jorge-de-velas [visualizado em 2026-06-12 22:35:55].
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