Lobamba

Aspetos Geográficos
Capital legislativa da Suazilândia, Lobamba situa-se na parte ocidental do país, no vale de Ezulwini. Fica a apenas 16 km de Mbabane, a capital administrativa do país, um território muito pequeno cercado entre a África do Sul e Moçambique. Possui apenas cerca de 6000 habitantes (2005).
História e Monumentos
No início do século XIX, estabeleceu-se no território um reinado swazi, uma tribo bantu, liderado pelo rei Sobhuza I. Pouco depois iniciou-se a colonização da área pelos primeiros brancos. Depois da guerra da África do Sul, entre 1899 e 1902, o país tornou-se um protetorado britânico. A 6 de setembro de 1968, contudo, ganhou a independência em relação à Grã-Bretanha, ficando Lobamba como sua capital real e legislativa. Desde essa altura que se vivem lutas entre apoiantes da democracia e do regime monárquico. Entre os seus principais monumentos, destacam-se o Parlamento e o Palácio Estatal de Embo.
Aspetos Turísticos e Curiosidades
A cidade é a sede do parlamento e da residência da rainha-mãe (conhecida como Indovuzaki) e do rei. É, de acordo com a tradição swazi, a sede espiritual da nação devido a albergar a residência da rainha-mãe. Lobamba é especialmente famosa por duas cerimónias: a Dança Reed, celebrada em agosto e setembro em honra da rainha-mãe, e a Incwala Kingship, realizada entre dezembro e janeiro em honra do rei. Estas cerimónias incluem danças e cantares em trajes tradicionais. Algumas das principais atrações da cidade são o Kraal Real, o Museu Nacional Swazi e um museu dedicado ao rei Sobhuza II, penúltimo monarca do país.

Economia
Apesar de ser a capital legislativa do país, Lobamba é uma pequena cidade com pouca atividade económica. Reflete, aliás, a pobreza generalizada de um país que faz assentar a sua economia na exportação de produtos alimentares, nomeadamente o açúcar, e ainda do carvão e dos diamantes. Parte importante da sua atividade económica é fomentada por investimento estrangeiro.
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