Mário Prata

Escritor brasileiro nascido a 11 de fevereiro de 1946, em Uberaba, Minas Gerais, de nome completo Mário Alberto Campos de Morais Prata. Inicialmente trabalhou como bancário e frequentou o curso de Economia, mas a sua vontade de escrever falou mais alto e abandonou tudo para se dedicar à escrita. Escreveu vários tipos de texto consoante o seu destino, desde novelas, peças, argumentos, crónicas em jornais, etc. Viveu em Portugal durante dois anos e contribuiu com o seu talento para programas de rádio e televisão. Do conjunto da sua obra fazem parte O Morto que Morreu de Rir (1969), Chapéuzinho Vermelho de Raiva (infanto-juvenil, 1970), Fábrica da Chocolates (1980), Quadrilha (infanto-juvenil, 1990), Schifaizfavoire, Dicionário de Português (1993) e O Diário de Um Magro (1997). Das áreas da televisão, teatro e cinema fazem parte obras como Estúpido Cúpido (novela de TV, 1976), Xico Rey (série, 1978), O Vento do Mar Aberto (tele-romance, 1982), Um Século e Sete Mulheres (RTP, 1992), O Cordão Umbilical (teatro, 1970), Besame Mucho (teatro, 1982), Purgatório, uma Comédia Divina (teatro, 1984), Eu Falo o que Elas Querem Ouvir (teatro, 2001), Jogo da Vida e da Morte (cinema, 1971), O Beijo 2348/72 (cinema, 1987).
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