nomenclatura dos complexos

A nomenclatura dos complexos é muito vasta e complexa. Existem algumas regras gerais da IUPAC que se aplicam à maioria dos complexos.
Primeira regra: ao dar-se o nome ao sal complexo, indica-se primeiro o nome do anião e em seguida o do catião.
Segunda regra: Num ião complexo devem nomear-se os ligandos por ordem alfabética, seguidos do nome do metal (catião ou átomo):
a) os aniões cujos nomes terminam em ato e ito, quando usados como ligandos, mantêm o mesmo sufixo;
b) os aniões cujos nomes terminam em eto, ito e ido, quando ligandos, apresentam estes sufixos substituídos por "o";
c) se o ligando é uma molécula neutra, o seu nome mantém-se, havendo algumas exceções.
Terceira regra: quando estão presentes vários ligandos de uma espécie, usam-se os prefixos gregos di, tri, tetra... para os nomear, não entrando o prefixo na ordem alfabética.
Quarta regra: o número de oxidação do metal é escrito em numeração romana, dentro de parênteses, logo a seguir ao nome, que se mantém se o complexo é catião.
Quinta regra: se o complexo é anião, o nome termina em ato.
Como referenciar: Porto Editora – nomenclatura dos complexos na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2021-11-27 14:20:15]. Disponível em