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Os Lazaristas
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Drama em três atos, de António Enes, representado pela primeira vez no Teatro do Ginásio, a 17 de abril de 1875, integrável na corrente anticongreganista que ao tempo se desenvolvia em Portugal e ao que parece inspirado num acontecimento real envolvendo a família de José Estêvão, o principal propugnador dessa corrente.

Extremamente polémica, a peça foi recebida entre francos aplausos e manifestações contra, chegando a ser proibida no Brasil. Joaquina, viúva ambiciosa, e o padre Bergeret, diretor espiritual de Luísa, irmã da primeira, unem esforços para que esta se decida a professar. Manobrada pela irmã e pelo confessor, Luísa convence o pai, Carlos, a abjurar, no seu leito de morte, as suas convicções liberais.

António Enes, autor da peça "Os Lazaristas"
No final, Luísa acaba por perder o amor do primo Ernesto, que inicialmente queria desposá-la mas se recusa por fim a partilhá-la com "o fanatismo", professa e doa a sua fortuna ao instituto de S. Vicente de Paulo, contrariando assim as pretensões de Joaquina, que esperava ser herdeira da irmã.
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Os Lazaristas na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$os-lazaristas [visualizado em 2026-06-04 12:04:27].

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