Pêro Coelho

Viveu no século XIV, tendo sido fidalgo do rei D. Afonso IV. Contribuiu grandemente para a decisão que este rei tomou de mandar assassinar Inês de Castro. Pero Coelho, Diogo Lopes Pacheco e Álvaro Gonçalves foram os verdugos da dama galega em Coimbra, tendo depois da morte de D. Afonso IV fugido para Castela com receio da vingança de D. Pedro (que tinha contudo prometido ao pai que nada faria contra os fidalgos).
No entanto, um acordo entre os reis de Castela e de Portugal fez com que o rei de Portugal se comprometesse a entregar três fidalgos castelhanos refugiados no país, e que D. Pedro I de Castela entregasse os três executores de Inês de Castro.
Acabaram por ser Álvaro Gonçalves e Pero Coelho presos em Santarém, uma vez que Diogo Lopes Pacheco não foi encontrado. Nesta mesma localidade, e diante do paço real onde D. Pedro se encontrava a assistir, foram arrancados os corações dos dois fidalgos, a Álvaro Gonçalves pelas costas e a Pero Coelho pela frente.
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