Plínio, o Jovem

De seu nome completo Caio Plínio Cecílio Secundo, nasceu provavelmente em 61 em Cosme, na Cisalpina, falecendo em 113. Era filho adotivo de seu tio Plínio, o Velho, morto durante a observação da erupção do Vesúvio de 79. Foi, de igual modo, discípulo de Quintiliano.
Notabilizou-se como político e escritor, desempenhando alguns cargos como tribuno militar e da plebe, questor, pretor, prefeito do Tesouro (98), cônsul (100) e governador da Bitínia e do Ponto, a oriente de Bizâncio, por volta do ano 112. Este último cargo foi-lhe dado pelo seu amigo Trajano, a quem dirigiu diversa correspondência, destacando-se a questão que numa delas levanta sobre o saber se os cristãos deviam ser punidos pelo facto de o serem ou por terem cometido algum crime. Chamou ao cristianismo "superstição contagiosa, depravada e extravagante".
Contudo, nos dez livros que publicou, lega um relato preciso e fascinante da sua época, mormente da sociedade importante do Império e da própria personalidade de Trajano.
Como referenciar: Plínio, o Jovem in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-08-19 17:10:26]. Disponível na Internet: