Artigos de apoio

Podem Chamar-me Eurídice
Dedicado ao escultor assassinado José Dias Coelho, reflete, segundo o prefácio do autor à segunda edição (Lisboa, Seara Nova, 1974), "uma experiência de vida dos anos 50, [...] que tem subjacente como que a vocação imperiosa para o cumprimento de ideais de solidariedade humana e de lutas generosas". Livro escrito com "dor e confiança" (ibi., id.), em Podem chamar-me Eurídice, Orlando da Costa retoma o mito órfico como suporte mitológico de uma história de amor que tem como contexto histórico a vivência da clandestinidade e a repressão da subversão universitária dos anos 60.
Como referenciar: Podem Chamar-me Eurídice in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2017. [consult. 2017-11-23 20:27:08]. Disponível na Internet: