Pranto

Enquanto originário do plamb provençal, este subgénero consiste na expressão da dor sentida pela perda ou desgraça de uma pessoa ou coisa querida. No entanto, os exemplos que ficaram aproximam-se do planctus da poesia clerical que consistem em lamentações pela morte do senhor ou do protetor. Na literatura galego-portuguesa, o exemplo por excelência deste género é o segrel Pero da Ponte, que celebrou em sentidos versos a morte de D. Beatriz, de D. Lope Diaz de Haro, D. Telo Afonso de Menezes e a do seu protetor San Fernando.
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