Reiquiavique
Aspetos Geográficos
Capital e maior cidade da Islândia, Reiquiavique (ou Reiquejavique) localiza-se no Sudoeste do país, na Baía de Faxaflói. É a capital localizada mais a norte no mundo, não existindo noites durante o verão e possuindo dias com apenas quatro horas durante o inverno. Situa-se numa área rica em géisers e o seu clima não é tão frio quanto a sua latitude indica, devido à amenização provocada pela corrente quente do golfo. Possui cerca de 131,136 habitantes (2024). História e Monumentos
A cidade situa-se no mesmo lugar onde se instalaram os primeiros colonos do país, conduzidos por Ingólfur Arnarson, no ano 870. Até ao século XVIII, porém, não chegou a existir desenvolvimento urbano, já que a cidade apenas foi fundada em 1786, pela associação de 302 habitantes, como local de trocas de mercadorias, sendo controlada pela coroa dinamarquesa. A partir daqui deu-se uma grande expansão urbana. No século XIX, difundiram-se ideias independentistas que se concentraram na cidade, já que era a única do país. Um grande passo em direção à independência deu-se em 1918, quando o país se tornou soberano ainda que pertencente à Dinamarca. Em 1940, na sequência da ocupação da Dinamarca pelos alemães, quatro navios de guerra britânicos ancoraram no porto de Reiquiavique, consumando uma ocupação aliada pacífica. Essa ocupação teve efeitos benéficos na cidade, dinamizando a construção de diversas infraestruturas. Em 1944, o país tornou-se independente com Reiquiavique a manter-se como capital. No período do pós-guerra, o crescimento da cidade acelerou, com a ajuda de um assinalável êxodo rural. Rapidamente, a cidade foi-se modernizando e ganhando um importante estatuto internacional.
Aspetos Turísticos e Curiosidades
Reiquiavique é o centro comercial, político, industrial e cultural da Islândia, onde estão situadas as instituições políticas, as bibliotecas, os museus, as universidades, os teatros, etc. É uma cidade dispersa, em que a maior parte da malha urbana se apresenta na forma de periferias com habitações geralmente individuais. Os bairros residenciais também são espaçados, separados pelas principais avenidas. O Parlamento (construído em 1881) e a Casa dos Governos (dedicada aos mediadores do século XVIII) localizam-se no seu centro histórico. A Universidade e os bairros de estudantes, assim como o Museu Nacional e a Casa Nórdica (criada pelo arquiteto finlandês Alvar Aalto) situam-se num outro bairro. A cidade possui também várias igrejas cristãs, entre as quais a Catedral do Parlamento e a grande Hallgrímskirkja. O Museu Folclórico de Arbaer, na periferia leste da cidade, exibe a velha câmara da cidade, reconstituída no estilo original, assim como uma igreja tradicional rural e uma exploração agrícola. Um dos rios mais ricos em salmões passa pelo setor leste da cidade.
Economia
O setor financeiro e das tecnologias da informação são dos principais setores económicos da cidade, albergando diversas grandes empresas, especialmente em Borgartún, o centro financeiro de Reiquiavique. Possui muito boas infraestruturas e um nível de vida bastante alto, fruto da sua modernidade e elevado índice de desenvolvimento. O turismo e os eventos de carácter internacional têm também uma importância crescente.
Capital e maior cidade da Islândia, Reiquiavique (ou Reiquejavique) localiza-se no Sudoeste do país, na Baía de Faxaflói. É a capital localizada mais a norte no mundo, não existindo noites durante o verão e possuindo dias com apenas quatro horas durante o inverno. Situa-se numa área rica em géisers e o seu clima não é tão frio quanto a sua latitude indica, devido à amenização provocada pela corrente quente do golfo. Possui cerca de 131,136 habitantes (2024). História e Monumentos
A cidade situa-se no mesmo lugar onde se instalaram os primeiros colonos do país, conduzidos por Ingólfur Arnarson, no ano 870. Até ao século XVIII, porém, não chegou a existir desenvolvimento urbano, já que a cidade apenas foi fundada em 1786, pela associação de 302 habitantes, como local de trocas de mercadorias, sendo controlada pela coroa dinamarquesa. A partir daqui deu-se uma grande expansão urbana. No século XIX, difundiram-se ideias independentistas que se concentraram na cidade, já que era a única do país. Um grande passo em direção à independência deu-se em 1918, quando o país se tornou soberano ainda que pertencente à Dinamarca. Em 1940, na sequência da ocupação da Dinamarca pelos alemães, quatro navios de guerra britânicos ancoraram no porto de Reiquiavique, consumando uma ocupação aliada pacífica. Essa ocupação teve efeitos benéficos na cidade, dinamizando a construção de diversas infraestruturas. Em 1944, o país tornou-se independente com Reiquiavique a manter-se como capital. No período do pós-guerra, o crescimento da cidade acelerou, com a ajuda de um assinalável êxodo rural. Rapidamente, a cidade foi-se modernizando e ganhando um importante estatuto internacional.
Reiquiavique é o centro comercial, político, industrial e cultural da Islândia, onde estão situadas as instituições políticas, as bibliotecas, os museus, as universidades, os teatros, etc. É uma cidade dispersa, em que a maior parte da malha urbana se apresenta na forma de periferias com habitações geralmente individuais. Os bairros residenciais também são espaçados, separados pelas principais avenidas. O Parlamento (construído em 1881) e a Casa dos Governos (dedicada aos mediadores do século XVIII) localizam-se no seu centro histórico. A Universidade e os bairros de estudantes, assim como o Museu Nacional e a Casa Nórdica (criada pelo arquiteto finlandês Alvar Aalto) situam-se num outro bairro. A cidade possui também várias igrejas cristãs, entre as quais a Catedral do Parlamento e a grande Hallgrímskirkja. O Museu Folclórico de Arbaer, na periferia leste da cidade, exibe a velha câmara da cidade, reconstituída no estilo original, assim como uma igreja tradicional rural e uma exploração agrícola. Um dos rios mais ricos em salmões passa pelo setor leste da cidade.
Economia
O setor financeiro e das tecnologias da informação são dos principais setores económicos da cidade, albergando diversas grandes empresas, especialmente em Borgartún, o centro financeiro de Reiquiavique. Possui muito boas infraestruturas e um nível de vida bastante alto, fruto da sua modernidade e elevado índice de desenvolvimento. O turismo e os eventos de carácter internacional têm também uma importância crescente.
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Como referenciar
Reiquiavique na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$reiquiavique [visualizado em 2026-06-04 10:31:43].
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