Residência/Fábrica dos irmãos Stephens

Em 1769, na Marinha Grande, sob o regime protetor do Marquês de Pombal, foi fundada a Fábrica de Vidros, que ficou definitivamente instalada em 1786. O palácio para residência dos irmãos Stephens, o secretário e o administradorda fábrica, terá sido construído ao mesmo tempo.
À data da morte de João Diogo Stephens (1826), a Fábrica passou por disposição testamentária para o estado, que a arrenda ao Barão de Quintela. Em 1894, é remodelada pela firma "A Vitrificadora".
A casa solarenga, unifamiliar, de estilo pombalino, segue o modelo das residências nobres urbanas francesas do século XVIII (hôtels de ville). Esta era apenas parte do conjunto harmónico dos edifícios da Fábrica: oficina de cristal, casa de lapidação, de composição de vidraça, da forja e dos pisões, para além de cavalariças, armazéns, palheiros e casas de empregados. Além disso, havia ainda um teatro e uma sala de concertos.
O edifício que foi residência de Guilherme e João Diogo Stephens, datado do século XVIII, foi classificado Imóvel de Interesse Público em 1967.
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