Rigoberta Menchú

Ativista guatemalteca dos direitos humanos, nascida a 9 de janeiro de 1959, fez parte do Comité de Unidad Campesina (organização de camponeses que se opunham ao governo militar guatemalteco), cujo líder havia sido seu pai. Após a morte de seus pais e do seu irmão mais novo partiu para o exílio. No México empenhou-se numa atividade em defesa dos direitos dos povos indígenas. Foi galardoada com o Prémio Nobel da Paz em 1992, pelo seu esforço contínuo para que fosse alcançada a justiça social e a reconciliação nacional na Guatemala. No ano seguinte, as Nações Unidas nomearam-na como embaixadora da Boa-Vontade. A sua autobiografia intitula-se Me llamo Rigoberta y así me nació la consciencia.
Como referenciar: Rigoberta Menchú in Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2020. [consult. 2020-11-26 05:14:03]. Disponível na Internet: