Roland Dorgelès
Escritor e jornalista francês nascido a 15 de junho de 1885, em Amiens, com o nome de Roland Lécavelé, e falecido a 18 de março de 1973, em Paris.
Estudou Belas Artes em Paris e, entretanto, em 1904 iniciou a carreira de jornalista, tendo trabalhado em publicações como o Sourire, o Fantasio e o Paris-Journal. Foi por esta altura, mais precisamente em 1907, que adotou o pseudónimo Dorgelès. Ainda nesta época escreveu a sua primeira peça de teatro, intitulada La Corde au Cou.
Combatente na Primeira Guerra Mundial na infantaria e na força aérea francesa, aproveitou esta experiência para escrever o seu romance de estreia, Les Croix de Bois, que foi editado em 1919 sob o pseudónimo Roland Dorgelès. O livro começou a ser escrito em plena guerra, numa altura em que era instrutor de aviação. Esta obra, que descreve com precisão a vida nas trincheiras, obteve grande sucesso, tendo sido distinguida com o Prémio Femina, um dos mais importantes galardões literários franceses. Devido a este sucesso, Dorgelès decidiu dedicar-se à literatura, alternando entre livros de guerra e outros romances com temas mais ligeiros.
Entretanto, viajou bastante, tendo estado na Indochina, no Norte de África e na Rússia, nomeadamente. A viagem à Indochina serviu de inspiração ao romance Sur la Route Mandarine, lançada em 1925. Este foi o período mais produtivo da sua carreira de escritor, tendo resultado em obras como Partir, La Caravane Sans Chameaux, Le Château des Brouillards e Vive la Liberté!.
Em 1929 Dorgelès passou a fazer parte da Academia Goncourt, que atribui anualmente um importante prémio literário. Foi também presidente da associação de antigos combatentes de França.
A partir de 1939 Roland Dorgelès viveu uma nova experiência em combate, desta vez como correspondente de guerra na Segunda Guerra Mundial do jornal francês Gringoire. Viria a deixar o jornal em 1941, quando este assumiu uma postura antissemita. Durante o resto do conflito armado teve de mudar sucessivamente de residência para escapar aos invasores alemães. Aproveitou a sua experiência pessoal para escrever três ensaios onde estabeleceu paralelos entre as suas memórias dos dois conflitos mundiais que presenciou.
Estudou Belas Artes em Paris e, entretanto, em 1904 iniciou a carreira de jornalista, tendo trabalhado em publicações como o Sourire, o Fantasio e o Paris-Journal. Foi por esta altura, mais precisamente em 1907, que adotou o pseudónimo Dorgelès. Ainda nesta época escreveu a sua primeira peça de teatro, intitulada La Corde au Cou.
Combatente na Primeira Guerra Mundial na infantaria e na força aérea francesa, aproveitou esta experiência para escrever o seu romance de estreia, Les Croix de Bois, que foi editado em 1919 sob o pseudónimo Roland Dorgelès. O livro começou a ser escrito em plena guerra, numa altura em que era instrutor de aviação. Esta obra, que descreve com precisão a vida nas trincheiras, obteve grande sucesso, tendo sido distinguida com o Prémio Femina, um dos mais importantes galardões literários franceses. Devido a este sucesso, Dorgelès decidiu dedicar-se à literatura, alternando entre livros de guerra e outros romances com temas mais ligeiros.
Entretanto, viajou bastante, tendo estado na Indochina, no Norte de África e na Rússia, nomeadamente. A viagem à Indochina serviu de inspiração ao romance Sur la Route Mandarine, lançada em 1925. Este foi o período mais produtivo da sua carreira de escritor, tendo resultado em obras como Partir, La Caravane Sans Chameaux, Le Château des Brouillards e Vive la Liberté!.
Em 1929 Dorgelès passou a fazer parte da Academia Goncourt, que atribui anualmente um importante prémio literário. Foi também presidente da associação de antigos combatentes de França.
A partir de 1939 Roland Dorgelès viveu uma nova experiência em combate, desta vez como correspondente de guerra na Segunda Guerra Mundial do jornal francês Gringoire. Viria a deixar o jornal em 1941, quando este assumiu uma postura antissemita. Durante o resto do conflito armado teve de mudar sucessivamente de residência para escapar aos invasores alemães. Aproveitou a sua experiência pessoal para escrever três ensaios onde estabeleceu paralelos entre as suas memórias dos dois conflitos mundiais que presenciou.
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Como referenciar
Roland Dorgelès na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$roland-dorgeles [visualizado em 2026-06-05 10:22:05].
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