Ronald Colman

Ator norte-americano, de origem britânica, nascido a 9 de fevereiro de 1891, em Richmond, e falecido a 19 de maio de 1958, na sua mansão de Santa Barbara, na Califórnia, vítima de infeção pulmonar. Foi considerado como um dos grandes cavalheiros do cinema, devido à sua fleuma, classe e elegância. Iniciou a sua carreira no teatro em 1913, tendo rapidamente chegado ao estrelato interno. Estreou-se no auge do cinema mudo em 1917 com uma participação em The Live Wire. Como o cinema britânico não oferecia grandes cachets, foi trabalhar para Hollywood, protagonizando sucessos de público como The White Sister (A Irmã Branca, 1923), Twenty Dollars a Week (Distracções de Milionário, 1924), Dark Angel (O Anjo das Trevas, 1925) e Beau Geste (1926). Com o advento do som, a sua popularidade cresceu e tornou-se um dos atores mais requisitados para desempenhar papéis carismáticos. Foi nomeado para o Óscar de Melhor Ator pelos seus desempenhos de detetive em Bulldog Drummond (1929), de presidiário evadido em Condemned (O Condenado, 1929) e do seu aristocrata amnésico em Random Harvest (A Noiva Perdida, 1942). Em 1947, teve o melhor papel da sua carreira que lhe valeu o Óscar de Melhor Ator: em A Double Life (Abraço Mortal) foi Anthony John, um ator obcecado com a personagem Othello de Shakespeare e que devido à sua crença comete um assassinato real. Despediu-se do cinema com The Story of Mankind (A História da Humanidade, 1957).
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