satélite artificial
Um satélite artificial é um dispositivo, composto essencialmente por sistemas eletrónicos e mecânicos, que orbita em torno de um planeta. O primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik I, foi lançado pela União Soviética a 4 de outubro de 1957. Desde essa data, muitos outros satélites têm sido lançados com as mais diversas finalidades: comunicações, meteorologia, televisão, investigação científica, aplicações militares, entre outras.
Os satélites de comunicações funcionam com base em recetores e emissores que, respetivamente, recebem e transmitem, através de antenas, ondas eletromagnéticas de e para a Terra. Assim, é possível emitir um sinal a partir de uma dada estação terrestre e recebê-lo numa outra estação situada num ponto oposto da Terra usando o satélite como intermediário. Os satélites destinados a recolha de dados, como é o caso dos satélites meteorológicos e de uma grande parte dos satélites usados para investigação científica, possuem sensores que recolhem esses dados e os enviam para a Terra.
Os satélites em órbitas de baixa e média altitude (da ordem das centenas e dos milhares de quilómetros, respetivamente) têm periodos de rotação que vão desde cerca de uma hora e meia até algumas horas, sendo "vistos" pelas estações terrestres durante periodos de tempo que vão desde alguns minutos até algumas horas. Os satélites em órbita geostacionária têm um periodo de translação de 24 horas, deslocam-se no mesmo sentido de rotação que a Terra e mantêm-se no plano equatorial. Permanecem, assim, ao longo do tempo, na mesma posição em relação à Terra. A sua altitude é de cerca de 35 860 km, a sua distância em relação ao centro do planeta é de cerca de 42 230 km e a sua velocidade de cerca de 11 000 km/h.
A sua órbita completa tem aproximadamente 265 300 km. Um satélite em órbita geostacionária cobre quase metade da superfície terrestre. Três satélites nesta órbita localizados nos vértices de um triângulo equilátero com 88 000 km de lado são suficientes para cobrir todo o globo, excluindo as regiões polares.
Os satélites em órbitas de baixa e média altitude (da ordem das centenas e dos milhares de quilómetros, respetivamente) têm periodos de rotação que vão desde cerca de uma hora e meia até algumas horas, sendo "vistos" pelas estações terrestres durante periodos de tempo que vão desde alguns minutos até algumas horas. Os satélites em órbita geostacionária têm um periodo de translação de 24 horas, deslocam-se no mesmo sentido de rotação que a Terra e mantêm-se no plano equatorial. Permanecem, assim, ao longo do tempo, na mesma posição em relação à Terra. A sua altitude é de cerca de 35 860 km, a sua distância em relação ao centro do planeta é de cerca de 42 230 km e a sua velocidade de cerca de 11 000 km/h.
A sua órbita completa tem aproximadamente 265 300 km. Um satélite em órbita geostacionária cobre quase metade da superfície terrestre. Três satélites nesta órbita localizados nos vértices de um triângulo equilátero com 88 000 km de lado são suficientes para cobrir todo o globo, excluindo as regiões polares.
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Como referenciar
satélite artificial na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$satelite-artificial [visualizado em 2026-06-04 05:55:55].
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