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Silva Pinto
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Crítico literário, ensaísta, dramaturgo e romancista português, da segunda metade do século XIX, nascido a 14 de abril de 1848, em Lisboa, e falecido a 4 de novembro de 1911, na mesma cidade. Foi um dos principais doutrinadores do Realismo-Naturalismo, privilegiando a estética de Balzac, de cuja obra foi tradutor e grande admirador, e a crítica de Gustavo Planche. Depois de uma passagem pelo colégio de jesuítas de Campolide, começa a trabalhar como ajudante de despachante de alfândega. A partir de 1872, dedica-se ao jornalismo, estreando-se como colaborador no jornal O Trabalho e fundando, juntamente com Magalhães Lima, Gomes Leal, Guilherme de Azevedo e Luciano Cordeiro, a revista literária O Espetro de Juvenal. Ao longo da sua vida, deixará uma imensa colaboração dispersa por periódicos como O Ocidente, Jornal da Tarde, A Atualidade, A Voz do Povo, Revista do Norte e Revista Literária, parte da qual foi posteriormente recolhida nos três volumes dos Combates e Críticas. Em Espanha, combate ao lado dos republicanos contra os carlistas. Depois de uma estada de dois anos no Brasil, regressa a Portugal. Em 1887, recolhe os poemas de Cesário Verde, organizando a edição do seu livro póstumo, que prefaciou e anotou. A partir de 1889, dedica cada vez mais a sua atenção à obra de Camilo, publicando a correspondência mantida com o escritor.
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Silva Pinto na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$silva-pinto [visualizado em 2026-06-26 07:05:46].

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