sociedade anónima
Forma empresarial criada judicialmente como entidade legal autónoma. A propriedade de uma sociedade anónima é determinada por quem detém as ações do capital social. Os acionistas recebem os dividendos na proporção da parcela das suas ações.
Os diretores e administradores têm o poder legal de tomar decisões em nome da sociedade. Para a tomada de decisões é necessário obter a maioria dos votos.
A sociedade anónima beneficia do direito de responsabilidade limitada, ou seja, os acionistas não suportam as dívidas e os prejuízos da sociedade para além da sua participação inicial, ou seja, ao valor das ações que cada um deles possui. Para além de responsabilidade limitada, as sociedade anónimas são de fácil transferência de propriedade e de duração de vida ilimitada.
Neste tipo de sociedades existe um imposto adicional sobre os lucros.
-
economia dualO entendimento subjacente ao estudo desta problemática, na análise aqui encetada, está intrinsecamen
-
Portugal e os outros Estados MarítimosPortugal desenvolveu, durante o seu período de expansão marítima e territorial, entre os séculos XV
-
EPS (Earnings per Share)A análise económico-financeira das empresas é uma tarefa de elevada importância que pode ser desempe
-
inventário (economia)Todas as unidade económicas necessitam, para o exercício da sua atividade, de um determinado patrimó
-
União Económica e Monetária (UEM)A União Económica e Monetária é um processo de natureza económica que se encontra enquadrado noutro
-
econometriaNo seu sentido etimológico, econometria significa medida da economia. É uma disciplina da economia q
-
PER (Price-Earnings Ratio)A avaliação da situação de uma empresa ou organização nas suas várias vertentes é uma das principais
-
dumpingNormalmente analisada ao nível do comércio internacional, a prática de dumping (a palavra provém do
-
Economia e Propriedade na Idade Média (sécs. X-XIII)Não existe muita informação sobre a exploração agrária em Portugal entre os séculos X e XII. No sécu
-
Nobreza Fundiária e MercantilizadaCom o restabelecimento dos privilégios da nobreza portuguesa depois da Restauração, em 1640, a maior