Um Divórcio

Drama em um ato, representado pela primeira vez no Teatro Nacional, a 12-3-1878, que visa demonstrar a tese segundo a qual "o que santifica e nobilita o casamento não é a lei, é o amor." António Enes põe em cena um triângulo amoroso formado pelo casal Jacinta e Henrique e por Emília, protegida da esposa e amante do marido. Num desfecho não isento de marcas ultrarromânticas, Jacinta suicida-se com veneno para que Emília possa casar com Henrique, solucionando, assim, da forma mais abnegada, o dilema dos dois.
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