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Afeganistão

Geografia
País do sul da Ásia. Situado a oeste da cordilheira dos Himalaias, possui uma superfície total de 647 500 km2. Faz fronteira com o Paquistão a sul e a sudeste, com o Irão a oeste, com o Turquemenistão, o Usbequistão e o Tajiquistão a norte, e com a China a nordeste. As cidades mais importantes são Cabul, a capital, com 2 272 000 habitantes (2004), Kandahar (359 700 hab.) (2004), Herat (176 600 hab.) (2004), e Mozar-i-Sharif (254 300 hab.)(2004).
Clima
Bandeira do Afeganistão
Pastora e rebanho, Afeganistão
Bin Laden, líder da Al-Qaeda, cujo ataque terrorista aos EUA, em 2001, acabaria por levar à queda do regime taliban no Afeganistão
O clima é continental árido e semiárido. As temperaturas médias variam entre -8 ºC e 2 ºC, em janeiro, e entre 16 ºC e 33 ºC, em julho. A precipitação, que ocorre essencialmente no inverno, atinge valores da ordem dos 370 mm anuais. É um país muito montanhoso, com predomínio de planaltos e montanhas, que chegam a ultrapassar 7000 m de altitude, pelo que as temperaturas no inverno são geralmente muito baixas.
Economia
Das espécies animais com interesse económico, salienta-se o carneiro caraculo, cuja lã macia e frisada é utilizada no fabrico de tapetes e de casacos.
A economia do Afeganistão assenta, sobretudo, na agricultura de subsistência. Os produtos cultivados são o trigo, o milho, a batata, a cevada, a uva, o melão, a ameixa, o marmelo, o alperce e o figo. Encontram-se também muitas plantas medicinais que no Ocidente não são conhecidas. As produções industriais estão pouco desenvolvidas e incluem têxteis, produtos farmacêuticos, produtos químicos industriais, cimento, artigos de couro, vidraria, bicicletas e produtos alimentares. As principais riquezas do subsolo são o carvão, o gás natural, o petróleo, o ferro e o cobre. Os maiores importadores das mercadorias afegãs são a Alemanha e a Arábia Saudita.
Indicador ambiental: sem dados (1999).
População
O país regista uma população de 31 056 997 habitantes (est. 2006), o que corresponde a uma densidade de 46,22 hab./km2, estimando-se que em 2025 seja de 46 milhões. Estes valores não incluem os milhões de refugiados no Paquistão e no Irão. O Afeganistão regista uma taxa de natalidade de 46,6%o e uma taxa de mortalidade de 20,34%o. A esperança média de vida é de 43,34 anos. Há vários grupos étnicos, mas os maioritários são os Pachtun (53%), os Tajiques (20%) e os Usbeques (9%). As línguas oficiais são o dari, de origem persa, e o pachtun. Os muçulmanos sunitas são 84%, enquanto os muçulmanos xiitas correspondem a 16%.
História
O Afeganistão tem sido um país muito cobiçado ao longo dos tempos. Desde Dario da Pérsia, aos Ingleses, passando por Alexandre Magno, pelos Árabes e pelos tártaros, o país foi sucessivamente ocupado. Em 1979 foi a vez dos Soviéticos. Apoiaram um governo marxista enfraquecido, mas tiveram que enfrentar os ataques da guerrilha de algumas tribos resistentes. O país ficou dividido entre os apoiantes do marxismo e os combatentes da resistência, enquanto milhões de civis fugiram para o Paquistão e para o Irão. Depois de vários anos de luta, a ex-União Soviética retirou os seus 100 000 soldados do Afeganistão. Em abril de 1992, algumas fações rebeldes tomaram Cabul, derrubaram o Governo comunista e estabeleceram uma República islâmica provisória. Os grupos rebeldes rivais não aceitaram esta situação e, desde essa data, têm-se registado alguns confrontos entre as fações.
Em 1996 um grupo de fundamentalistas islâmicos - os Taliban - apoderarou-se de Cabul e instituiu uma política fundamentalista extremista e opressiva, que se manteve até 2001, altura em que uma série de acontecimentos levou à sua queda. O ataque terrorista aos EUA a 11 de setembro do mesmo ano, reivindicado pela Al-Qaeda, e a consequente guerra contra o terrorismo iniciada pelos EUA, levaram a uma intervenção militar no Afeganistão e à queda do regime taliban no país.
A partir de então, instituiu-se um governo de transição pós-taliban com a participação de membros do grupo rebelde do Norte. Em junho de 2002 Karzai foi eleito, por voto secreto, Presidente do Estado Islâmico de Transição do Afeganistão. Em dezembro de 2002 o Governo de transição assinalou o primeiro aniversário da queda dos Taliban. Na sequência de alguma instabilidade política e de constantes ações militares para eliminar totalmente o terrorismo, o país debate-se com problemas de pobreza, infraestruturas deficientes e com as muitas minas espalhadas pelo país.
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Como referenciar
Porto Editora – Afeganistão na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-07 09:34:30]. Disponível em
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