Aeroporto Roissy-Charles de Gaulle

O Aeroporto Internacional Roissy-Charles de Gaulle, situado em Roissy, 25 quilómetros a nordeste de Paris, é o mais movimentado de França e um dos maiores da Europa.
Muito do tráfego deste aeroporto parisiense deve-se à companhia aérea francesa Air France. Duas das companhias que operam no aeroporto são as portuguesas TAP, com voos de e para Lisboa, e a Portugália, que proporciona viagens de e para o Porto.
O Aeroporto Charles de Gaulle tem quatro pistas principais, a maior delas com 4215 metros. Há uma outra com 4200 metros e duas com 2700. Ocupa uma aérea de cerca de 33 km2 que se espalha por três departamentos: Seine-et-Marne, Seine-Saint-Denis e Val-d’Oise. A construção da estrutura começou a ser pensada em 1966 e seis anos depois, a 8 de março de 1972, foi inaugurado o Aeroporto Internacional Charles de Gaulle, homenageando com o seu nome o antigo presidente francês e resistente aos invasores nazis.
Aquando da sua inauguração, era uma estrutura de arquitetura vanguardista com um prédio circular de dez pisos rodeado por sete edifícios satélite.
Em 2003 foi inaugurado um novo terminal, designado 2E, que, contudo, a 23 de maio de 2004, foi palco de um acidente. Uma parte do teto desabou e o acidente provocou a morte a quatro pessoas.
Outro acidente que marcou a história do Aeroporto Roissy Charles de Gaulle foi a queda do avião de passageiros supersónico Concorde, em 2000. O Concorde da Air France, a 25 de julho desse ano, caiu em Gonesse, provocando a morte a todos os seus ocupantes e a quatro pessoas no solo, momentos depois de ter largado do aeroporto parisiense.
Durante cerca de oito anos viveu neste aeroporto um homem que se apresentou como refugiado político. Contudo, dado que perdeu os seus documentos, passou anos à espera de uma clarificação da sua situação fazendo do Aeroporto Charles de Gaulle a sua casa. Esta história inspirou o filme de Steven Spielberg, The Terminal (Terminal de Aeroporto).
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