controlo de pragas

Qualquer ser vivo está à mercê das agressões provocadas por outros seres vivos e as plantas não são a exceção. Estas encontram-se sujeitas ao parasitismo de outras plantas, animais, fungos e bactérias; à competição de plantas infestantes; e à destruição das suas partes por parte de animais que delas se alimentam. Para que nenhuma destas situações cause grandes danos numa produção é necessário que haja um controlo das diferentes pragas. Para este controlo podem utilizar-se diversas técnicas, separadamente ou combinadas, tais como práticas culturais - rotação de culturas ou utilização de variedades mais resistentes ou criação de plantas transgénicas mais resistentes; controlo biológico - introdução de seres vivos que não prejudiquem a planta, mas que destruam os que a prejudicam; e métodos químicos - utilização de agentes biocidas (raticidas, fungicidas, herbicidas...) que destruam os agentes invasores. O controlo de pragas deve passar o mais possível por diferentes práticas combinadas e o recurso a agentes biocidas deve ser pensado sempre em último lugar, pois nunca é incólume para a planta nem para o ambiente.
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