controlo de pragas
Qualquer ser vivo está à mercê das agressões provocadas por outros seres vivos e as plantas não são a exceção. Estas encontram-se sujeitas ao parasitismo de outras plantas, animais, fungos e bactérias; à competição de plantas infestantes; e à destruição das suas partes por parte de animais que delas se alimentam.
Para que nenhuma destas situações cause grandes danos numa produção é necessário que haja um controlo das diferentes pragas. Para este controlo podem utilizar-se diversas técnicas, separadamente ou combinadas, tais como práticas culturais - rotação de culturas ou utilização de variedades mais resistentes ou criação de plantas transgénicas mais resistentes; controlo biológico - introdução de seres vivos que não prejudiquem a planta, mas que destruam os que a prejudicam; e métodos químicos - utilização de agentes biocidas (raticidas, fungicidas, herbicidas...) que destruam os agentes invasores.
O controlo de pragas deve passar o mais possível por diferentes práticas combinadas e o recurso a agentes biocidas deve ser pensado sempre em último lugar, pois nunca é incólume para a planta nem para o ambiente.
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fase de maturidadeFase de evolução dos cursos de água (torrentes, rios, etc.) caracterizada pela grande capacidade de
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digestão de gordurasOs lípidos mais comuns na dieta de um indivíduo são os triglicerídeos, pequenas quantidades de fosfo
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zona de evapotranspiraçãoZona do solo onde todos espaços entre os detritos ou das fissuras das rochas estão totalmente preenc
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triângulo de porcelanaO triângulo de porcelana é constituído por um cadinho de porcelana assente num tripé com forma trian
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solução padrão de nitrato de prataAs soluções padrão de prata (Ag) são preparadas a partir do nitrato de prata (AgNO3). Podem preparar
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Sistema Internacional de UnidadesAs unidades S.I. representam a abreviatura de Sistema Internacional de Unidades. A acompanhar o resu
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regras de FlemingAs regras de Fleming, como o próprio nome indica, foram descobertas pelo físico britânico Sir John A
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efeito de KerrO efeito de Kerr, como o próprio nome indica, foi descoberto em 1875 pelo físico e teólogo britânico
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método de KolbeO método de Kolbe foi desenvolvido pelo químico alemão Hermann Kolbe, professor nas Universidades de
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efeito de TyndalO efeito de Tyndal, como o próprio nome indica, foi descoberto pelo físico irlandês John Tyndal, que