D. Branca
Poema lírico-narrativo, datado do primeiro exílio de Garrett, em 1826, que aborda um episódio lendário da história nacional relacionado com a época evocada no título (D. Branca ou a conquista do Algarve): a história de amor infeliz entre a infanta D. Branca e o rei mouro Aben-Afan. Repudiando a mitologia greco-latina e druídica em favor do "maravilhoso" popular nacional, Garrett terá pretendido, como confirma numa nota à "Memória ao Conservatório Real", de 1844, escrita a respeito do Frei Luís de Sousa, convidar os jovens escritores a "entrar por sua antiga história a descobrir campo, a colher pelas ruínas de seus tempos heroicos os tipos de uma poesia mais nacional e mais natural".
D. Branca, a par do poema Camões, publicado um ano antes, é considerada uma das obras fundadoras do gosto romântico na literatura portuguesa.
-
Primeiros VersosColetânea poética dedicada a António Feijó, onde Luís de Magalhães se distancia do erotismo romântic
-
RimasRimas é a designação da obra lírica de Camões, à semelhança da que sempre se deu à poesia de Petrarc
-
ProsasVolume póstumo, organizado e prefaciado por Teófilo Braga, que procedeu à compilação de vários artig
-
Silva RamosEscritor e professor brasileiro, José Júlio da Silva Ramos nasceu a 6 de março de 1853, no Recife, n
-
RomanceiroCompilação das lendas e romances portugueses de tradição oral ou escrita, produto do trabalho de rec
-
Velha QueridaMemórias de uma velha que decide deixar a cidade e voltar para a aldeia depois de dias tristes passa
-
Promontório SacroColeção de sonetos ilustrados, cujo sentido nacionalista o poeta resume na última composição, "Solem
-
Roberto ValençaRomance publicado anonimamente em folhetins na revista A Ilustração, de seu título completo Roberto
-
RimasPrimeiro volume de poesias de João Penha, dividido em quatro partes, onde se manifestam as tendência
-
ProvínciaOs contos são introduzidos por um prefácio de cariz autobiográfico onde se propõe evocar a "Provínci