Sodoma e Gomorra

Sodoma e Gomorra faziam parte de um conjunto de cinco cidades da planície da Palestina, a Pentápole, que incluía, ainda, as cidades de Adama, Seboim e Bala, esta última chamada também Segor, situadas algures perto do Jordão. Segundo o Antigo Testamento (Génesis, 18-19), Sodoma e Gomorra, duas cidades situadas junto ao Mar Morto, sofreram o castigo divino da sua destruição pelo fogo e pelo enxofre, provavelmente durante um terramoto, pelo comportamento sexual perverso e aberrante dos seus habitantes. O nome das duas cidades ficou para sempre ligado ao pecado e ao mal.
Quando Deus deu conhecimento, a Abraão, dos seus planos de destruir Sodoma, o patriarca ficou preocupado com a vida das pessoas justas que viviam na cidade. Então, Deus disse-lhe que salvaria a cidade se Abraão nela encontrasse dez pessoas honestas, o que não aconteceu. Assim, Deus enviou dois anjos, para que destruissem Sodoma, e estes encontraram, às portas da cidade, Lot, um homem justo e honesto. Este ofereceu-lhes dormida e comida em sua casa. Durante a noite, a casa foi cercada por homens perversos da cidade que queriam que Lot lhes entregasse os dois forasteiros albergados. Quando tentaram forçar a entrada, foram cegos pelos anjos. Estes revelaram a Lot a iminente destruição da cidade e disseram-lhe que saisse de Sodoma, levasse a mulher e as duas filhas e que nenhum deles olhasse para trás durante a fuga. A mulher de Lot não obedeceu e ficou transformada numa estátua de sal. No dia seguinte, Lot voltou, no dia seguinte, à cidade e viu que esta tinha sido reduzida a cinzas. O castigo divino tinha sido cumprido.
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